Por que a experiência do usuário é importante na produção de conteúdo?

Por que a experiência do usuário é importante na produção de conteúdo?

A produção de conteúdo é um dos pilares do marketing digital, e por uma série de motivos. Um deles é o impacto positivo que a tarefa traz à experiência do usuário ao navegar por entre as suas páginas virtuais.

E não duvide disso: a experiência do usuário é impactante no processo de fidelização — ou de rejeição — de cliente por meio de suas ações de marketing. Basta pensar no quanto um texto desinteressante pode fazer com que alguém feche a janela sem mesmo terminar o seu artigo.

Por isso, neste post vamos entender mais como a produção de conteúdo pode fazer a diferença em suas estratégias e, assim, agregar mais valor à leitura dos seus clientes. Confira!

Como fazer uma boa experiência do usuário com a produção de conteúdo

Idealmente, cada parágrafo de um conteúdo não deve ultrapassar 4 linhas para permitir uma escaneabilidade (o processo de leitura na internet) melhor para o usuário. Isso facilita a identificação de tópicos do interesse dele e também no layout da página.

Outras características ajudam nesse processo, como:

  • Inclusão do negrito para destacar termos relevantes para o seu público-alvo;
  • Uso harmônico e bem distribuído de subtítulos e subtópicos;
  • Alterações agradáveis no tom e abordagem da leitura, com o uso de listas para quebrar os blocos de texto;
  • Relevância no assunto abordado.

Esse último item, inclusive, é de grande valia para a experiência do usuário. Afinal de contas é por meio da relevância do assunto que você vai instigar a curiosidade do cliente em potencial.

No marketing industrial, por exemplo, os textos devem ser cativantes, originais e muito bem fundamentados. Pois estamos falando de um setor no qual os empreendedores possuem bons conhecimentos a respeito do seu mercado de atuação. Assim, a produção de conteúdo deve ser surpreendente, de fato, para conquistar e reter a atenção do leitor.

A variedade de mídias também contribui com a experiência do usuário

A estratégia de marketing digital na produção de conteúdo, devem ser tão diversificadas quanto flexíveis. Para isso, os responsáveis devem trabalhar com diferentes tipos de abordagens que se estendem à produção textual, como:

  • Imagens;
  • GIFs;
  • Vídeos;
  • Infográficos.

Inclusive, já falamos a respeito disso em outro post, sobre os tipos de conteúdos que você pode usar em um blog — não deixe de conferir após finalizar esta leitura!

Vale analisar, entretanto, que a escolha de mídias reflete bastante o perfil do seu público-alvo (conhecido como persona no marketing digital) e a maneira com a qual ele consome conteúdo. Isso significa que você deve analisar os hábitos e comportamentos do usuário.

Por exemplo: ele costuma ler artigos no ônibus, em casa ou no trabalho? Possui muito ou pouco tempo para se dedicar à leitura? Qual dispositivo ele usa para isso? Com as respostas, você adquire informações valiosas para uma produção de conteúdo realmente significativa.

Atenção aos aspectos visuais da sua produção de conteúdo

Conteúdos devem ser ricos, em informação, mas esteticamente atrativos também. Do contrário, a leitura pode parecer cansativa, dificultando que cheguem até o fim do texto. Por isso, atenção à escolha dos seguintes aspectos:

  • Fonte dos textos;
  • Cor de fundo da tela;
  • Estilo e disposição das informações na tela.

A formatação do texto também tem grande impacto na experiência do usuário — como o alinhamento do conteúdo na página. Muitos preferem o alinhamento à esquerda porque, quando justificado, o texto ganha um aspecto de bloco, podendo cansar rapidamente o leitor.

Estimule o engajamento do leitor

Por fim, uma boa experiência do usuário, por meio da produção de conteúdo, se dá com o estímulo ao engajamento. É o caso de enquetes ou mesmo de um quiz para testar os conhecimentos do usuário, trazendo informações novas para ele.

Sem falar nos estímulos que podem ser gerados nas redes sociais. Isso, além de aumentar a credibilidade de sua marca, ajuda na fidelização e faz com que os usuários ajudem na divulgação de sua empresa.

Quer entender um pouquinho mais a respeito da experiência do usuário, e como a produção de conteúdo pode ser o diferencial de sua marca? Então, entre em contato conosco e saiba mais a respeito de nossas soluções!

Como criar valor para o seu cliente

Como criar valor para o seu cliente

Tem se tornado popular a relevância em criar valor para o seu cliente. Afinal, é uma necessidade misturada à preocupação em se diferenciar no mercado, já que o consumidor está cada vez mais no centro das atenções dos empreendedores.

Podemos perceber isso no cuidado em gerar uma experiência de compra memorável. Ou mesmo no impacto de um pós-venda, hoje em dia. E, nessa dinâmica veloz e urgente, o empreendedor deve saber como criar valor para o seu cliente.

Quer aprender ou aperfeiçoar as suas técnicas? Então, confira como podemos ajudar você a criar valor para o seu cliente neste post!

Qual é o valor de entrega para o cliente?

Ao elaborar uma solução para o seu público-alvo, você deve definir o seu valor com base em 4 tipos de custos:

  • Custo psíquico: o impacto de sua solução na vida do seu público-alvo;
  • Custo de energia física: a redução no esforço em decidir-se pela sua solução;
  • Custo de tempo: envolve tanto o tempo para a tomada de decisão quanto o necessário para a sua solução ser implementada e eficaz para a demanda do consumidor;
  • Custo monetário: o preço de produção e também de comercialização.

Importante perceber, nesse último tópico, que é a partir da junção desses elementos que você passa a ter um parâmetro que ajude a criar valor para o seu cliente. Algo que a agência de marketing contratada e sua equipe de vendas devem trabalhar para expor isso ao consumidor.

A diferença entre preço e valor

Com base no que mencionamos acima, deu para entender como criar valor para o seu cliente? Trata-se de uma questão de analisar — em diferentes espectros — o impacto de sua solução.

Com isso, é importante fazer com que o consumidor também enxergue isso. Assim, obtém-se o número para essa equação que todos os empreendedores tentam resolver, como um grande enigma matemático.

Acontece que já existem meios para criar valor para o seu cliente. E, a seguir, vamos analisar as 3 principais maneiras praticadas no mercado:

Reduzindo o preço de sua solução

Simples assim. A redução de preço faz com que o consumidor — sempre em busca de economia — observe o que você tem a oferecer e, que, experimente sua solução.

Acontece que essa é também a maneira menos efetiva de criar valor para o seu cliente. E sabe por quê? Porque a simples redução no preço também baixa o valor do seu produto ou serviço.

Redução no custo total para o cliente

O outro método consiste em avaliar os tipos de custos mencionados anteriormente, e avaliar maneiras de reduzi-los. Isso pode ajudar em uma redução qualitativa do preço, sem que o valor de sua solução seja impactado negativamente.

Aumentando o valor para o cliente

Aí está uma solução que demanda mais tempo e planejamento, mas com possibilidade de aumentar o retorno de seu investimento.

Afinal de contas, ao investir nos diferenciais de sua solução e fazer valê-los o que realmente os destaca no mercado — e os que diferencia da concorrência —, você está provando para o seu público que o valor do seu produto ou serviço está acima do preço praticado.

Em tempos nos quais a experiência do cliente é valiosíssima, o preço é coadjuvante de um cenário que você monta. E, nele, deve conter a eficácia do que você prometeu ao cliente.

Até por isso, o inbound marketing trabalha tanto com o conceito de personas. Por meio da elaboração de um perfil de consumidor ideal, as estratégias para criar valor para o seu cliente são mais assertivas e melhor direcionadas.

Quer saber como aplicar tais conceitos e, assim, criar valor para o seu cliente? Entre em contato conosco!

Marketing Tradicional vs Marketing Digital: O que é cada um e seus custos

Marketing Tradicional vs Marketing Digital: O que é cada um e seus custos

Marketing tradicional ou marketing digital? Ou ambos? Saber os diferenciais de cada e o que suas respectivas estratégias podem agregar ao negócio pode até confundir o empreendedor.

No entanto, basta uma conceituação rápida e os dois tipos de marketing logo se revelam de fácil compreensão. Sem falar em uma ajudinha nossa: afinal, ao longo deste post vamos estabelecer as características do marketing tradicional e de sua versão digital.

Confira, e entenda as diferença entre os conceitos, as vantagens de cada um e os seus preços!

O que é e os benefícios do marketing tradicional?

Ainda bastante enraizado em nossa sociedade — evidenciando sua relevância —, o marketing tradicional faz parte do dia a dia. Ele está nos anúncios da TV, do rádio, na mídia impressa, revistas e nos catálogos e folders, entre outros materiais.

Sua entrega e alcance são imensos. Além disso, suas estratégias alcançam o consumidor inserido em seu dia a dia, o que também pode despertar ótimas oportunidades de negócio.

Acontece que o modelo, embora atinja um número elevado de pessoas, não possui grande eficácia na segmentação de públicos.

Com isso, das milhões de pessoas que podem assistir a um anúncio na TV, poucas delas vão demonstrar verdadeiro interesse na campanha.

O que é e quais os benefícios do marketing digital?

O marketing digital, por sua vez, tem alcançado um patamar revolucionário nas estratégias de atração e fidelização do consumidor. Isso porque ele é, praticamente, uma campanha de alta personalização e segmentação.

Consequentemente, as campanhas podem alcançar um número menor de pessoas — em comparação ao marketing tradicional. A diferença é que elas possuem mais possibilidades de despertar o interesse do público-alvo de sua marca.

É possível, por exemplo, atingir um público diferenciado por meio de características diversas, como:

  • Gênero;
  • Localização;
  • Idade;
  • Interesses — pessoais ou profissionais.

Vale observar, ainda, na diversidade de conteúdos que pode alcançar o público. As postagens em blogs corporativos são comuns, mas as redes sociais, o próprio site institucional e a produção de conteúdo multimídia se destacam nesse modelo de marketing.

Outro aspecto interessante é o retorno que o marketing digital traz. Com ferramentas tecnológicas, com o Google Analytics, é possível mensurar em tempo real a performance de suas campanhas. Como resultado, ajustes podem ser feitos rapidamente para otimizar ainda mais o investimento.

Qual tipo de marketing é a melhor opção?

Ambos são recomendados. Cada campanha deve ser pensada de maneira que o seu público-alvo seja impactado. Existem casos que o marketing digital pode ser a melhor escolha, enquanto, em outras, a combinação de estratégias pode ser determinante para o sucesso.

Inclusive, um estudo da Universidade de Bangor aponta que o material físico de marketing tem significado “real” para o cérebro. Ou seja: pode envolver melhor emocionalmente.

Já o marketing digital possui uma interessante relação com o seu consumidor: ele atinge os hábitos de consumo dessa pessoa, apontando soluções e antecipando demandas. Possui objetividade e praticidade para criar e nutrir o relacionamento qualitativo com o público.

Qual é o custo de cada um?

É inegável que uma campanha na TV, por exemplo, possui um custo elevadíssimo, se comparado à contratação de uma agência especializada em marketing digital.

Aqui, a versão virtual merece destaque e a sua atenção, pois apresenta um elevado ROI em um investimento mais enxuto.

E, caso você tenha interesse em saber como esse tipo de marketing pode trazer soluções personalizadas para a divulgação e consolidação de sua marca no mercado, confira aqui o nosso raio-x do marketing digital e tire suas conclusões!

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10 conteúdos essenciais para se ter em um blog

10 conteúdos essenciais para se ter em um blog

blog é uma das principais ferramentas para promover o marketing industrial on-line. Sem falar em sua ampla versatilidade, que se destaca pelo conteúdo que se pode produzir nele.15

Isso significa que existe uma abrangência maior na maneira de atrair e se relacionar com o seu consumidor. E, para que você ateste a flexibilidade de conteúdo que se pode divulgar em um blog, vamos destacar 10 tipos diferentes de conteúdos.

Assim, você consegue avaliar quais deles se adaptam melhor em sua estratégia de marketing digital. Confira!

1. Posts educativos

Um dos mais populares tipos de conteúdo para blog, o post educativo ajuda a solucionar um desafio ou problema que o seu público-alvo enfrenta. É, inclusive, um material rico que pode servir de isca em suas campanhas de e-mail marketing.

Em geral, são conteúdos focados em boas práticas para educar, informar e capacitar o seu público-alvo. Com isso, você e ele constroem um relacionamento de qualidade, no qual ele começa a enxergar sua empresa como autoridade no assunto.

2. Tutoriais

Outro tipo de conteúdo valioso, que dá mais poder ao consumidor. Com o tutorial, você ensinar e dá o passo a passo para que o usuário resolva problemas por conta própria.

Vale, aqui, o uso equilibrado entre texto e imagens — ou mesmo vídeos — para tornar o conteúdo de seu blog esclarecedor. Quanto mais claro estiver, mais o leitor vai usar o seu blog como referência em futuras oportunidades.

3. Notícias

Outra maneira de manter o seu público interessado em seu blog é por meio do compartilhamento e análise de notícias.

Claro, desde que relacionadas à sua área de atuação e que seja relevante ao usuário. Assim, você mostra o quanto conhece e está por dentro do seu mercado. Sem falar que as posteriores análises ajudam a gerar mais autoridade à sua marca.

4. Vídeos

A produção audiovisual está dominando o mercado. Para o YouTube, o meio será responsável por 90% de todo o tráfego on-line até o ano de 2020.

Para a manutenção do seu blog, isso significa que o uso de vídeos interativos, informativos e interessantes pode ajudar a gerar ainda mais tráfego para as suas páginas.

5. Entrevistas

Quer mostrar que você conhece mesmo o assunto que está falando? Coloque-se à disposição para uma entrevista, em seu próprio blog, e mostre sua habilidade no mercado.

Ou, uma boa maneira de usar o blog em seu favor, é por meio de um conteúdo com outras referências do mercado. É o networking em favor de suas estratégias de marketing — podendo ainda otimizá-las mais com as boas práticas de SEO.

6. Listas

Mais um tipo de conteúdo para blog de grande relevância e aceitação do usuário. As listas são uma tradução daquilo que as pessoas já gostam de fazer, em seu dia a dia: listas.

Assim, um conteúdo desse tipo ajuda a explorar diferentes maneiras para encontrar a mesma solução. Quer um exemplo muito prático e próximo de você? Este artigo com uma lista de conteúdos úteis para o seu blog.

7. White paper

O White paper é uma espécie de documento que visa o aprofundamento em determinado tema.

É menos extenso que um e-book, por exemplo, mas é recheado de dados que confirmem o que está sendo dito. É, portanto, algo muito próximo de uma dissertação acadêmica, mas com a autoridade que você deseja transmitir ao mercado.

8. Estudos de caso

Quer maneira mais eficiente para provar que um conteúdo rende o resultado esperado? Para isso, os estudos de caso podem ser usados para enriquecer ainda mais o seu blog e gerar mais tráfego em suas páginas.

9. Guest Posts

Este conteúdo é focado para a produção em outros blogs. Ou seja: você encontra alguém interessado em publicar um post que você tenha produzido.

Isso ajuda a gerar uma consciência mais ampla de sua autoridade no mercado, a fazer novas parcerias e também a construir uma excelente estratégia de link building.

10. Infográficos

Por fim, os infográficos. Eles são verdadeiras artes que reúnem o melhor da parte textual e visual. Para isso, são criados conteúdos objetivos, dinâmicos e cheios de informações de fácil absorção do seu leitor.

Uma boa maneira, portanto, de diversificar as suas estratégias. Quer ver na prática tudo o que falamos ao longo deste artigo? Então, convidamos você a conhecer o nosso blog

Persona: O que é e por que são importantes no Inbound Marketing.

Persona: O que é e por que são importantes no Inbound Marketing.

Público-alvo se tornou uma das questões mais repercutidas no marketing digital. Se não por esse termo, talvez por Persona— ou mesmo buyer persona.

Em tese, são todas facetas de um mesmo objetivo na construção de estratégias de Inbound Marketing: definir o público ideal e, assim, elaborar as melhores práticas para atrair esse consumidor que pode encontrar necessidade em suas soluções.

Claro que isso é apenas um resumo da relevância em estabelecer a persona de sua empresa. Por isso, ao longo deste post vamos avaliar o que são as buyer personas e o que elas podem fazer para impulsionar o seu negócio!

O que é Persona

Identificar o público-alvo é um trabalho que demanda tempo e atenção às movimentações do mercado. Quem, afinal de contas, pode se interessar pelo que você tem a oferecer?

Com isso, uma pesquisa em seu setor de atuação se faz necessária para colher informações de todo tipo, como:

  • O comportamento de consumo dos clientes em potencial;
  • As características demográficas;
  • Suas motivações;
  • Objetivos;
  • Desafios e preocupações.

Isso tudo ajuda a criar a Persona: uma representação fictícia do seu público-alvo. Uma etapa fundamental para que você consiga abordar, interagir e se relacionar com usuários anônimos, na internet, até que se tornem clientes em potencial.

Diferença entre público-alvo e Persona

Embora sejam muito similares, ambos os conceitos divergem. Confira a diferença:

Público-alvo:  mulheres, de 20 a 35 anos, recém-casadas, graduadas em engenharia, com renda mensal de R$ 2.500;

Persona: Juliana tem 29 anos, é engenheira e recém-casada, deixando-a preocupada com os rumos de sua carreira para complementar a renda. Está em busca de uma empresa que ajude-a a organizar sua rotina de trabalho com soluções práticas e acessíveis.

E, caso ainda não entenda a relevância disso, vale observar o poder de segmentação do e-mail marketing, por exemplo. Com ele, você envia campanhas personalizadas para diferentes perfis de consumidor, tornando suas campanhas mais assertivas.

Outras possibilidades estratégicas com a buyer persona

No Inbound Marketing, a questão central está no envio da mensagem certa, para a pessoa certa, e no momento certo. Como a buyer persona é um perfil inicial do seu público-alvo, você já tem um dos elementos dessa equação estipulado.

As etapas seguintes consistem em elaborar a mensagem e definir o momento ideal, portanto. E isso se dá por meio de algumas ações:

  • O tipo de linguagem adotada em sua empresa, interna e externamente;
  • O tom e o conteúdo de suas publicações — seja no site, blog ou nas redes sociais;
  • Em qual(is) rede(s) social(is) você vai concentrar a sua produção de conteúdo;
  • As palavras-chave essenciais para a construção de sua estratégia.

Viu como ter a sua Persona definida abre caminho para tornar sua campanha mais eficiente? A buyer persona é um caminho meio andado para trazer resultados satisfatórios às suas estratégias de Inbound Marketing.

Do contrário, você pode estar produzindo conteúdo para quem não demonstra interesse em suas soluções. Ou, pior: conteúdos de qualidade dos quais o seu público-alvo dificilmente vai encontrar, em suas pesquisas on-line.

Enriqueça os resultados de suas estratégias on-line

O próximo passo consiste em encontrar o momento ideal para disparar as suas mensagens. Para isso temos a jornada de compra de sua Persona, e a melhor estratégia para construir o relacionamento com esses clientes.

Para analisar, na prática, como isso funcionaria em suas ações de Inbound Marketing, convidamos você a baixar, gratuitamente, o nosso e-book com 101 dicas para trazer resultados às suas estratégias de marketing digital!

 

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