Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

A indústria 4.0 já começou e, no Brasil, seus avanços permanecem cativando o interesse dos empreendedores, uma vez que as soluções apresentadas costumam otimizar os negócios. Especialmente, no que diz respeito às chegada de adventos tecnológicos (como a realidade aumentada na indústria) para agilizar a produção com um uso menor de recursos e tempo. Neste caso, estamos falando especificamente da manufatura aditiva.

Caso o termo pareça pouco familiar, não se preocupe. Nos tópico seguintes vamos explorar todas as nuances e evoluções desse segmento, para que você entenda, de maneira mais profunda, os impactos positivos da indústria 4.0 inserida no país. Boa leitura!

O que é a manufatura aditiva?

A definição de manufatura está associada a um setor de fabricação de produtos. Ou seja: uma área de profunda relevância para toda a atividade industrial.

É de se admirar, então, que a manufatura fique à frente também do desenvolvimento industrial, como um todo. O que nos leva a considerar os avanços da indústria 4.0 dentro desse segmento, visando mais produtividade, com menos recursos e imprevistos.

E é aí que entra a ideia de manufatura aditiva: a aplicação de novas tecnologias, técnicas e ferramentas que contribuam com um desenvolvimento harmônico e funcional. Muito disso, com base nos preceitos e perspectivas em torno de uma tecnologia principal: a impressão 3D.

Qual é a relação entre a indústria 4.0 e a manufatura aditiva?

A impressão 3D é um dos grandes adventos revolucionários do século 21, com propostas de uso diversificadas dentro do contexto da indústria 4.0. E, quando falamos em manufatura aditiva, estamos pensando na junção desses elementos (produção industrial e a impressora 3D) para criar mais, algo melhor e em menos tempo.

Relação entre indústria 4.0 e a manufatura aditiva

Assim, a manufatura aditiva conta com um processo de criação que necessita da adição de camadas distintas e de materiais diversos, como metais e plásticos.

Para tanto, a indústria depende de soluções agregáveis. Ou seja: não adianta algo revolucionário, mas impraticável (seja por tempo, demanda ou investimento). Eis que a impressão 3D ficou popular, barateada, acessível e prática. Tudo o que faltava para impulsionar resultados de impacto ao setor.

Como funciona a manufatura aditiva?

Vamos por partes: tradicionalmente, o processo de manufatura consiste no modelo subtrativo. Trata-se do método em que o objeto é moldado com base na sua matéria-prima, o que gera, consequentemente, resíduos.

A manufatura aditiva, por sua vez, consiste na adição de um material, camada após camada, até que se forme o objeto desejado. Isso por si só já evidencia algo: menos resíduos — menos desperdícios para a indústria.

Só que esse modelo só tem aplicação funcional quando temos uma impressora 3D para moldá-los de acordo com a concepção do projeto. As figuras geradas são conhecidas como CAD.

A partir dessa premissa, o setor adquiriu uma versatilidade ampla para atingir o resultado esperado. A seguir, vamos destacar as principais técnicas utilizadas, na manufatura aditiva, que são idealizadas com base nos resultados esperados e no tipo de material utilizado. Veja só:

Selective Laser Sintering (SLS)

Processo feito com o uso de energia laser concentrada. Por meio dela a propriedade de cerâmicas é moldada, bem como as características de metais e plásticos.

Aplicação: construção de aparelhos ortopédicos, além de componentes para aplicações aeroespaciais.

Stereolithography Aparattus (SLA)

O método consiste no uso de resinas, camada a camada, moldadas com o auxílio de uma luz ultravioleta.

Aplicação: peças que demandam muitos detalhes, considerando a perícia da técnica.

Selective Laser Sintering (SLM)

Aqui, o modelo é gerado a partir do processo de fundição e derretimento de um pó metálico.

Aplicação: objetos em metal, mais resistentes e duradouros.

Fused Deposition Modeling (FDM)

Popular método — pouco mais de 20 anos de uso — que se tornou também um dos mais acessíveis da manufatura aditiva.

Aplicação: em geral, são produzidas peças que podem ser geradas “de baixo para cima“ por meio do processo de aquecimento de filamentos termoplásticos.

Quais são os desafios e as vantagens em usar a manufatura aditiva?

Como toda boa ideia em transição, a manufatura aditiva também passou — e ainda passa — por uma série de questionamentos de especialistas e profissionais do ramo.

Por exemplo: ainda há quem questione o investimento necessário para colocar em ação as técnicas anteriormente citadas. Afinal, softwares e outras tecnologias são necessários para que o procedimento seja implementado.

Só que, com isso, podemos avaliar um comparativo interessante: a tecnologia é dispendiosa mesmo? Em escalabilidade, podemos observar um aumento de produtividade com menos tempo de produção. Com o tempo, o investimento se converte em lucro, portanto.

Outros, por sua vez, atestam que há uma certa imprevisibilidade nos materiais produzidos. Questões que dificultam o nível de qualidade, como:

  • distorções;
  • tensões residuais;
  • propriedades mecânicas e elétricas alteradas.

Isso tudo tem criado certo burburinho no setor. No entanto, simulações já estão sendo colocadas em prática para minimizar o problema. Ou seja: são desafios, sim, mas superados em larga escala, permanecendo os benefícios em investir na manufatura aditiva.

E eles são bastante amplos e variados, como aqueles que já citamos — mais produtividade em menos tempo, e com menos recursos — e outros, como a redução de desperdício, em todas as etapas do fluxo produtivo.

Como o Brasil tem se manifestado a respeito?

Para finalizar, podemos coloca ruma lupa sobre o cenário industrial brasileiro para entender o quanto estamos nos aproximando da indústria 4.0 — e também da manufatura aditiva.

E, boa notícia, podemos perceber uma série de avanços para manter o setor competitivo e recuperar a sua fatia de mercado outrora tão polpuda. Entre os trabalhos dignos de menção, nós destacamos o Grupo de Trabalho da indústria 4.0.

Trata-se de uma proposta de meados de 2017, com a autoria do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para elaborar uma agenda de desenvolvimento da indústria 4.0 com outros ministérios e também instituições.

Acontece que, para esse projeto ir adiante, existem os desafios já citados e a resistência natural às grandes transformações. Além, é claro, das dificuldades econômicas impostas às empresas.

Vale destacar, entretanto, o quanto somos digitais em muitas outras etapas produtivas — e não só naquilo que conhecemos como marketing 4.0.

Se você quiser dar uma conferida no que o futuro nos reserva, veja só o que temos a dizer sobre o marketing automotivo nas estratégias digitais!

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Como a indústria 4.0 vai transformar sua empresa com as novas tecnologias

Como a indústria 4.0 vai transformar sua empresa com as novas tecnologias

O marketing industrial e a indústria 4.0 chegaram com um enorme peso no mercado, visando o uso de novas tecnologias para atrair, impactar e relacionar-se com o seu público-alvo.

E é por meio desse ímpeto de inovações e transformações que o empreendedor se viu em um caminho bifurcado: a assertividade na escolha dessas novas tecnologias.

Para facilitar a tomada de decisão, neste post vamos fazer um raio-x da indústria 4.0 e os fatores que permitem a você impulsionar os resultados com o uso de novas tecnologias. Confira!

O que é a indústria 4.0?

Não podemos falar de marketing industrial, atualmente, sem contextualizar a indústria 4.0. Ela nada mais é do que um novo marco revolucionário na indústria, pontuado principalmente pelo uso de novas tecnologias.

E, se pensarmos, assim foi com as outras 3 revoluções vivenciadas. Casos da produção em massa, das linhas de montagem e do uso de energia elétrica na produção.

Agora, com a Era Digital definitivamente consolidada na sociedade, temos essas novas tecnologias que fortalecem a produção do setor e, consequentemente, os resultados.

Até por isso, a indústria 4.0 desponta como uma revolução muito bem pautada em conceitos igualmente modernos, como:

  • operação em tempo real: a absorção e análise de dados ocorre de maneira simultânea, agilizando a tomada de decisão e o planejamento estratégico;
  • virtualização: não apenas no marketing industrial, mas em todos os setores de atuação. As novas tecnologias permitem um grau elevado de virtualização, permitindo uma integração maior com as demandas e infraestruturas físicas;
  • descentralização: passamos a conviver em sinergia com as novas tecnologias. Modulamos, flexibilizamos e otimizamos o fluxo de trabalho com as máquinas, que nos fornecem insights e cuidam de tarefas burocráticas, mecânicas e repetitivas;
  • orientação a serviços: cada vez mais alinhados às soluções tecnológicas que nos promovem orientações de uso, enquanto lidamos estrategicamente com o desenvolvimento da empresa;
  • modularidade: por fim, o alinhamento das novas tecnologias à demanda, necessidades e aos objetivos de cada empresa. O que vai nos guiar à relevância atual do marketing industrial nesse contexto.

Vamos ver, então, como essas ideias se moldam às práticas do marketing industrial?

Quais são as principais tecnologias da indústria 4.0?

Como estamos buscando autonomia e flexibilidade para lidar com as novas tecnologias, podemos identificar as seguintes soluções como as mais evidentes no marketing industrial e no contexto da indústria 4.0:

Automação

Menos força humana na realização de tarefas repetitivas e burocráticas. Se podemos programar as novas tecnologias para preencher dados, compilá-los e usar essas informações de maneira estratégica e assertiva, por que não fazer bom uso delas?

Não à toa, muitas soluções de marketing digital, atualmente, focam nessa programação de informações que aprendem, gradativamente, substituindo o elemento humano em questões que podem ser resolvidas sem o pensamento crítico inerente às nossas funções orgânicas.

Inteligência artificial

Para complementar o tópico anterior podemos destacar a inteligência artificial, que visa a simulação contínua de nossa capacidade de raciocínio.

É por meio dela e da automação que podemos observar, por exemplo, o crescimento exponencial das funcionalidades e recursos dos chatbots.

Big Data

Consumimos, em média, mais de 34 gigabytes por dia! Imagine isso em uma escala comercial, na qual estão inseridas as suas ações de marketing industrial?

Principais tecnologias da Indústria 4.0

Precisamos de novas tecnologias que absorvam, concentrem e compilem esses dados — volumosos e produzidos incessantemente —, e é aí que o Big Data se mostra uma das mais importantes desse momento de transição.

Internet das coisas

Eletrodomésticos, aparelhos e equipamentos funcionais, que dialoguem diretamente com as necessidades. Já vemos exemplos diversos disso, como o controle de aparatos à distância. Algo que a indústria automotiva também pode fazer uso em combinação com as novas tecnologias citadas anteriormente.

Segurança dos dados

Por fim, nada disso faria sentido sem uma preocupação extra com a segurança dos dados gerados. Além, é claro, de gargalos entre as suas demandas e as transmissões de informações digitais.

Quais são os desafios e expectativas do marketing industrial?

Com base nas informações anteriores, podemos destacar alguns desafios inerentes ao uso de novas tecnologias nessa indústria 4.0 que já desembarcou por aqui e em outros países.

Uma das questões é a própria economia brasileira, cuja participação na indústria tem sofrido alguns baques que impedem a progressão evolutiva do setor.

Só um exemplo: entre 2006 e 2016, a indústria brasileira sofre uma queda percentual de 7 pontos na sua produtividade. Algo que deve ser considerado em relação a todos os fatores que impulsionam, estagnam ou retraem um país.

No entanto, o enfoque de uso dessas novas tecnologias pode ser uma saída. Especialmente, no que diz respeito à sua fácil, rápida e acessível implementação.

De acordo com a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), a redução de custos no setor, por meio da implementação de novas tecnologias, pode girar em torno de R$ 73 bilhões ao ano.

Um alento mais que bem-vindo para gerar novas oportunidades, aquecer o mercado e impulsionar a produção industrial. Valendo-se, também, das ações de marketing industrial para valorizar ainda mais as ações e o desenvolvimento local.

Como apresentar o setor com o marketing industrial?

Agora que já entendemos a ideia de indústria 4.0, os impactos do marketing industrial — bem como as novas tecnologias usadas para alcançar os resultados propostos — podemos entender a relação do setor com as ações de marketing.

Estamos diante de um novo modelo de negócios, em que a sua empresa pode criar presença digital para atrair consumidores. Diferentemente, por exemplo, das ações tradicionais de marketing.

Isso significa o uso de dados para conhecer o seu público, compreender as suas necessidades e alinhar os seus produtos e serviços à demanda dele.

Não à toa, o alcance do marketing industrial pode ser menor do que um anúncio na TV, por exemplo, mas a qualidade das pessoas impactadas é imensamente superior. Até por isso, o ROI do marketing digital é notoriamente bem visto no mercado.

Quer fazer um esforço produtivo para entender as novas tecnologias e avaliá-las nesse contexto produtivo fomentado pelo marketing industrial? Então, baixe gratuitamente o nosso material que explica, detalhadamente, como o inbound marketing pode gerar ainda mais vendas na sua empresa com base nas ações descritas neste artigo!

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A produtividade da indústria 4.0 na era digital

A produtividade da indústria 4.0 na era digital

São altas as possibilidades de você já ter ouvido falar na indústria 4.0 e, em como a chamada quarta revolução industrial tem impactado o setor. O que nos leva a perguntar: por que a sua empresa ainda não se alinhou às mais consolidadas soluções tecnológicas?

Como qualquer hora é uma boa hora para desenvolver melhor o fluxo de trabalho corporativo, este post vai apresentar para você o que é a indústria 4.0, como ela evoluiu e quais são os benefícios que você pode colher em adotá-la no dia a dia do seu negócio. Confira!

O que é e quais são as características da indústria 4.0?

Em um contexto histórico, as revoluções industriais foram guiadas por:

  • uso de máquinas a vapor nos processo de  fabricação de produtos;
  • uso da eletricidade;
  • uso da tecnologia da informação (internet e aparelhos eletrônicos).

Na indústria 4.0 a revolução vem acompanhada pelo uso exponencial de soluções tecnológicas e automatizadas e negócios digitais. Por exemplo: os bots para o atendimento ao cliente reduziram o esforço humano e permitiram a automatização desse departamento fundamental para empresas de todos os portes e segmentos.

E o mercado já está na crista dessas mudanças: o Bank of America Merril Lynch destaca que sistemas munidos de inteligência artificial vão movimentar US$ 70 bilhões nos próximos quatro anos. Tudo para obter:

  • redução de custos;
  • ganhos de eficiência;
  • automatização de processos;
  • aumento nas vendas;
  • melhorias contra as ações fraudulentas digitais.

A indústria 4.0 chegou para ficar e, o quanto antes isso estiver absorvido na rotina de sua empresa, mais fácil e eficiente será essa transformação.

Quais são os benefícios em migrar para uma indústria 4.0?

Acima destacamos os objetivos que as empresas buscam ao adotar as técnicas e tecnologias inerentes à indústria 4.0, mas vale destacar algo fundamental: o uso estratégico dos seus recursos humanos.

Com a tecnologia, eles se tornam mais participativos e autônomos para pensar em melhorias, enquanto muitas das tarefas são delegadas a softwares pré-programáveis e outras soluções digitais e automatizadas.

Isso ajuda a reduzir custos, no dia a dia, a minimizar os erros e a deixar a sua indústria monitorada com uma série de métricas que, quando analisadas, podem tornar a sua empresa mais produtiva.

O quanto as ações digitais podem melhorar a minha indústria?

Presente em diversas ações de automatização e monitoramento, o marketing digital é um resultado que acompanha essa transição. Prova disso, são os resultados que a Agência Labra colheu em parceria com a Engecass.

A ideia inicial consistia em agregar mais presença digital à marca, melhorando assim o seu posicionamento no mercado e por meio do aumento da sua base de leads — ações naturais para o consequente aumento nas vendas e lucratividade.

Para tanto, foram implementadas as seguintes estratégias:

  • novo site institucional;
  • definição das personas da Engecass e a jornada de compra delas;
  • otimização do site seguindo os parâmetros de SEO (Search Engine Optimization);
  • criação de um blog institucional;
  • segmentação da base de e-mails;
  • ações em mídias sociais;
  • e-mail marketing;
  • implantação de CRM no setor comercial.

Como resultado, a Engecass obteve um aumento de 800% em visitantes únicos no seu site, 125% no aumento de leads gerados e 16% de aumento nas vendas. Para saber melhor como a estratégia foi conduzida e também outros resultados importantes adquiridos, acesse aqui o case completo dessa ação!

Vale destacar, então, que o marketing de conteúdo é parte determinante para o desenvolvimento das empresas na indústria 4.0. E, para saber um pouco mais sobre os benefícios em usá-lo, confira também nosso artigo a respeito do marketing 4.0 e suas aplicações!

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