O impacto da transformação digital para o setor automotivo

O impacto da transformação digital para o setor automotivo

Independentemente do segmento, o desenvolvimento de empresas passa, hoje em dia, invariavelmente pela consideração de novas tecnologias implementadas no seu fluxo de trabalho. A transformação digital está em todos os lugares, e o setor automotivo não é exceção.

Acontece que, para muitos empreendedores, esse impacto ainda soa como novidade — não à toa, muitas empresas brasileiras ainda estão situadas na era da internet 1.0.

Portanto, este artigo pode ser o seu primeiro contato aprofundado com os benefícios da transformação digital para desenvolver o seu negócio do setor automotivo. Para saber mais a respeito, é só seguir com esta leitura!

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O que é a transformação digital?

Uma maneira de repensar o modelo de negócio, mas não por opção: a transformação digital é uma necessidade para qualquer empresa que esteja disputando o seu espaço no nicho de atuação.

Sem falar que, no setor automotivo, já existe amplitude na concorrência que disparou no investimento de novas tecnologias para aumentar a produtividade e, assim, aumentar a renda.

Portanto, a transformação digital é fundamental para gerar competitividade, melhorar os resultados, aumentar as vendas e também na qualificação da sua mão de obra.

Como a transformação digital se apresenta no setor automotivo?

Independentemente do segmento em que a sua empresa se fixe, no setor automotivo, existe algo em comum em todas as áreas: a importância em gerar uma boa experiência para o cliente. O foco, agora, é digital e o público-alvo da sua empresa já usa a internet no dia a dia.

Como a transformação digital se apresenta no setor automotivo?

Com isso, fica a questão: por que não investir em transformação digital para aproximar-se, relacionar-se e criar uma experiência única para o seu consumidor e clientes em potencial?

Pode ser desafiador, a princípio, mas existem diversas tecnologias que podem ser aplicadas continuamente até que o seu negócio esteja alinhado para isso, como:

Só que o ponto de partida tende a ser um só, como veremos a seguir.

Qual é a importância da experiência do cliente?

Fundamental, hoje em dia. Com a mudança dos processos analógicos para o digital, o setor automotivo se tornou mais ágil, dinâmico e produtivo. Para o consumidor, essa velocidade elevada se configurou em uma exigência para efetuar a sua compra.

Consequentemente, as empresas devem se alinhar a isso, compondo estratégias mais personalizadas, eficientes e desobstruídas de imprevistos. Quando isso funciona, cria-se uma boa percepção de marca e boas recomendações. Do contrário, o cliente em potencial vai para a concorrência.

Até por isso, a transformação digital está intrinsecamente ligada ao marketing digital e ao seu braço mais produtivo: o marketing de conteúdo. Com as inovações tecnológicas, as ações para abordar, interagir e relacionar-se com o consumidor também tiveram que ser remodeladas. Inclusive, o marketing.

Por isso, ao conhecer o seu público-alvo, a experiência do cliente pode ser amplamente valorizada, uma vez que as campanhas de marketing se transformam em instrumento de atração de clientes. Os interessados vão se relacionar mais com a sua marca e, continuamente, você personaliza as ações para que atendam à demanda dele.

Convém analisar, portanto, como o marketing digital tem participação ativa nesse processo de transformação digital para a sua empresa no setor automotivo.

E na sua produtividade?

Pensando de maneira interna, focada exclusivamente no desenvolvimento da sua cadeia produtiva, a transformação digital é significativa no setor automotivo. Vamos ver de quais maneiras?

Transformação digital para o setor automotivo: indústria 4.0 | Agência LABRA

  • Cadeia de suprimentos conectada, onde as montadoras usam a tecnologia para aprimorar a comunicação entre as etapas produtivas, identificando carências e oportunidades dentro desse fluxo;
  • As tecnologias dentro da indústria 4.0 — como as citadas anteriormente — alinham produção, estratégia e eficiência com economia;
  • Automatização, para que a produção transcorra com o mínimo de interferência humana, o que agrega menos riscos e erros no trabalho;
  • Possibilidade de gerar presença digital e compor novos canais de vendas e de comunicação para a sua empresa.

Isso tudo, explorado sem muita dificuldade. O setor automotivo é amplo, diversificado e está cada vez mais mobilizado para acomodar a transformação digital. É a hora de identificar quais dessas possibilidades e tecnologias podem fazer parte de suas futuras estratégias.

Por onde seguir com a transformação digital?

Agora que já vimos as noções iniciantes para moldar o modelo de negócio da sua empresa para a transformação digital, que tal darmos sequência com mais dicas sobre o assunto?

No geral, é importante observar os seguintes fatores:

  • Qual é o porte do seu negócio, e onde são as maiores carências diagnosticadas;
  • Quais soluções contribuem para a minimização dos problemas identificados;
  • Qual é o impacto, em números, de investir em novas tecnologias;
  • Quais tipos de tecnologias podem ser alinhados à realidade do seu negócio.

Em seguida, é importante discutir a questão de integração das tecnologias e informações. Gerá-las faz com que a sua empresa permaneça em constante monitoramento, o que permite a realização de ajustes em tempo real, minimizando qualquer risco ou prejuízo em potencial em tempo hábil.

Quando investir em transformação digital?

Com base em tudo o que vimos aqui, você deve ter percebido que o setor automotivo, como um todo, já está se mobilizando para investir em novas tecnologias e gerar experiências personalizadas para o consumidor.

Portanto, a hora de investir é agora, mas com planejamento — detalhe essencial. Se a manufatura ainda não é a área que mais demande a sua atenção, por que não começar tentando relacionar-se com eficiência?

Para isso, você pode iniciar a transformação digital interna e externamente, construindo canais de comunicação valiosos para o seu negócio.

A integração entre os setores de marketing e vendas é um deles. Uma maneira simples e funcional de ingressar na transformação digital, avaliar novas estratégias para impactar positivamente o seu público-alvo e, ainda, aumentar as vendas.

Sabemos, inclusive, que são muitas informações, e bastante diversificadas, para assimilar. Por isso, planeje-se de acordo com o seu tempo, sem queimar etapas.

E, se você deseja dar um passo além, rumo à indústria 4.0 nos processos da sua empresa, aproveite para conferir outro artigo nosso, que explica como a integração entre o marketing e vendas pode ajudar o setor industrial. Boa leitura!

Indústria 4.0: o combustível de desenvolvimento para o Brasil

Indústria 4.0: o combustível de desenvolvimento para o Brasil

Aqui, em nosso blog, já foi discutido amplamente o quanto a indústria 4.0 não se refere a uma tendência passageira para o setor, mas uma verdadeira revolução global. Com o mesmo impacto, inclusive, das últimas revoluções industriais.

O ponto de convergência para o Brasil é: o quanto o país está se adaptando a essas transformações, a fim de gerar diferenciais competitivos, aumentar a participação (e lucratividade) do setor e buscar uma aproximação maior com o PIB de outros países em ascensão?

É a partir dessa premissa que preparamos este post. Continue com esta leitura, e entenda como a indústria 4.0 pode ser o combustível de desenvolvimento para o Brasil!

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Os diferenciais da indústria 4.0

A indústria 4.0 passa, invariavelmente, pela transformação digital que impactou o mundo inteiro ao longo das duas últimas décadas. Só que, agora, temos um advento importante com base em tudo o que a internet tem proporcionado à sociedade. Abaixo, alguns exemplos:

  • Inteligência artificial;
  • Machine learning;
  • Realidade aumentada;
  • Realidade virtual;
  • Robótica;
  • Big Data;
  • Internet das Coisas;
  • Armazenamento na nuvem.

Com isso, o que se tem observado é a produtividade elevada com o uso reduzido de recursos. Além, é claro, das múltiplas possibilidades de automação que têm contribuído para posicionar os recursos humanos em elementos mais estratégicos das empresas — não ficando restritos às tarefas mecânicas e repetitivas.

Para o país, especificamente, pode ser uma solução ímpar para evitar elevados custos a fim de gerar mais competitividade. Sem falar, é claro, no alinhamento às principais tendências do setor.

A aplicação da indústria 4.0 na realidade industrial

Para a manufatura, em especial, a indústria 4.0 tem cruzado o seu espaço em ritmo acelerado. Abaixo, vamos destacar algumas das possibilidades já idealizadas e aplicadas nas grandes marcas ao redor do mundo:

Indústria customizável

Uma maneira rápida e eficiente de associar a alta produtividade necessária para suprir as demandas, mas com menos custos ou recursos utilizados.

Para isso, digitaliza-se os processos, mantém a indústria mais móvel e flexível e dedica os esforços dos colaboradores em ações focadas no desenvolvimento da empresa — como dissemos acima.

Produção inteligente

Com facilidade para programar, ajustar e modificar as configurações em suas linhas de trabalho, quando digitalizadas, a indústria 4.0 pode dar um salto grande rumo ao desenvolvimento.

E sabe por quê? A experiência do consumidor, hoje em dia, tem sido amplamente propagada como uma das alternativas mais eficientes para fidelizar os clientes.

Ao obter uma ou mais tecnologias que permitam a personalização rápida — sem interferir na produtividade, a indústria tem muito a se beneficiar dessa estratégia.

Modelos de negócios atuais

Novas tecnologias também significa novas soluções. Com isso, a indústria 4.0 permite que novos negócios, modelos, produtos e serviços sejam os novos diferenciais da sua marca.

Modelos de negócios atuais com indústria 4.0 | Agência Labra

Sem falar que, ao investir em novas tecnologias, você também pode se beneficiar de uma mão de obra mais qualificada, que esteja alinhada a essas novas fronteiras digitais. Algo que proporciona um nível de excelência ainda pouco explorado nos parques industriais do país.

Indústria sustentável

Indiretamente, a indústria 4.0 marca um novo patamar para o setor: a sustentabilidade. A otimização de recursos, matéria-prima e produtos em geral (além das tecnologias mais eficientes e com menos gasto de energia) são alguns exemplos do quanto o seu negócio pode ir além com esse alinhamento tecnológico.

O setor brasileiro diante da indústria 4.0

Em poucas palavras, podemos resumir que a indústria brasileira tem potencial — contínuo — de crescimento. Mas, em geral, uma série de fatores tende a desacelerar esses avanços.

Um deles é o fator econômico do país, que desaquece o setor e impede um exponencial desenvolvimento. Soma-se a isso a recente instabilidade política, o que minimiza os investimentos (internos e externos).

Só que a indústria 4.0 pode vir, justamente, para agregar valor, o que impacta nesses obstáculos pelo caminho. Com planejamento e uma série de ações — como o marketing digital focado na indústria —, o setor pode se tornar mais competitivo e ser impulsionado, gradativamente, por novas metas!

Quer um bom exemplo disso? Dê uma conferida em nosso artigo sobre as empresas que ainda vivem na era da internet 1.0 — e entenda o quanto isso pode beneficiar a você e à sua indústria!

Indústria 4.0: saiba como o SENAI está introduzindo o Brasil neste cenário

Indústria 4.0: saiba como o SENAI está introduzindo o Brasil neste cenário

A indústria 4.0 já se mostrou revolucionária o suficiente para que os empreendedores considerem a sua gradual implementação nos seus respectivos negócios.

Afinal de contas, a transformação digital e a sua relação cada vez mais profunda com o mundo físico não se prendem, exclusivamente, ao âmbito industrial. Diariamente, somos bombardeados por uma rotina mais e mais on-line.

Mas, se para muitos o uso da indústria 4.0 ainda é um desafio, o SENAI aponta uma direção interessante para explorar os recursos digitais e, assim, gerar diferenciais competitivos para a sua marca. Confira!

A aproximação com a indústria 4.0

Munida de tecnologias tão amplas quanto diversificadas — como o Big Data, a internet das coisas, a realidade virtual e aumentada e, também, a inteligência artificial —, a indústria 4.0 ainda engatinha, no Brasil, visando o equilíbrio das contas, o investimento em soluções e a natural competitividade do setor.

A aproximação com a indústria 4.0

“Temos de desenvolver tecnologia brasileira e a inovação é essencial para aceleramos essa transformação” é o que aponta Marcelo Prim, gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI.

Para ele, algumas soluções recentes, feitas internamente, são justamente exemplos do que pode ser feito para que essa nova revolução industrial seja abraçada por mais empreendedores. O país agradece, e algumas das possibilidades já apresentadas até aqui são:

  • robôs autônomos inseridos na indústria petrolífera;
  • automatização também na pintura de cascos de navios;
  • embalagens inteligentes;
  • o primeiro nanosatélite brasileiro.

Essas soluções foram geradas em 25 Institutos SENAI de Inovação, todas elas nutridas a partir do incentivo de empresários que trabalham juntos na Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).

Ou seja: o próprio setor vem buscado alternativas acessíveis para estimular esse salto evolutivo na indústria brasileira. Em média, são cerca de 200 pessoas trabalhando ativamente nesse engajamento. Para Prim, “(…) o país terá uma indústria mais competitiva se abraçar a quarta revolução industrial, é um movimento inevitável”.

As inovações produzidas por meio desse incentivo

Anteriormente, destacamos a pintura dos cascos de navios como uma das soluções produzidas aqui, no país, e vale aprofundar em suas realizações.

Desenvolvida pelo Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura, na região Sul do país, a patente do robô de pintura é movido a partir de um sistema automatizado especializado na pintura de áreas planas e verticais.

Detalhe: o produto tem autonomia para processar, em até 11 horas, 2.250 m2 de área. E Byron Gonçalves de Souza Filho, gerente de tecnologia de fabricação, construção e montagem da Petrobras, aponta os benefícios dessa solução:

“A pintura em andaimes feita nas plataformas custa tempo, dinheiro e gera risco para o trabalhador. Por isso, a Petrobras resolveu desenvolver o sistema com o SENAI”. Com isso, os acidentes de trabalho são potencialmente menores, e os recursos humanos se tornam estratégicos nas empresas.

Embalagens inteligentes

Outro produto que tem agregado mais da indústria 4.0 à realidade brasileira são as embalagens inteligentes. Na indústria automobilística, por exemplo, o investimento em embalagens retornáveis é altíssimo, visando a logística do transporte de suas peças.

Indústria 4.0

Assim, a parceria entre dois centros do SENAI e a Reciclapac consistiu no experimento da internet das coisas para lidar com esse tipo de produção. Como resultado, reduziu-se em até 30% os custos, a equipe foi aumentada para atender à nova demanda e especula-se um aumento no faturamento.

Nanotecnologia

Por fim, a indústria 4.0 vem adquirindo mais uso, no país, por meio do primeiro nanosatélite nacional. Desenvolvido pelo SENAI e a Visiona Tecnologia Espacial, o produto se encontra em fase de revisão, no momento:

 “Os satélites que o Brasil coloca em órbita são grandes e pesados, cerca de 400 kg. O que vamos colocar em órbita pesa 10 kg, tem 5% do custo e faz, praticamente, a mesma missão” são os benefícios apontados por André Pierre Mattei, diretor do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados.

Isso mostra — e reforça — não apenas a realidade que a indústria 4.0 faz sombra ao setor, hoje em dia, mas que existem maneiras de trabalhar em prol de um desenvolvimento gradual de todo o setor.

Quer ver como a sua empresa pode caminhar na mesma direção? Dê uma conferida, então, em nosso artigo que explora a produtividade da indústria 4.0 na era digital!

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Indústria 4.0: principais tendências e desafios no Brasil

Indústria 4.0: principais tendências e desafios no Brasil

Desde as primeiras revoluções industriais, a sociedade tem se adaptado às transformações de grande impacto que permitiram mais produtividade, com o uso reduzido de recursos, e em gradativo aumento no nível de excelência nos serviços prestados. Agora, com os ecos de indústria 4.0 despontando com cada vez mais força no Brasil, fica a dúvida: como fazer com que o seu negócio também usufrua desses amplos benefícios?

Para facilitar a sua busca, neste post vamos falar um pouco a respeito do marketing industrial e as outras tendências — bem como os desafios — de implementar o conceito de indústria 4.0 na realidade da sua empresa. Boa leitura!

Uma breve história da indústria 4.0

Já falamos, em outros posts, que a indústria 4.0 é uma quarta onda revolucionária pela qual o setor, como um todo, atravessou ao longo da história. As anteriores foram as seguintes:

Uma breve história da indústria 4.0

  • 1ª revolução industrial, com as máquinas a vapor e a produção mecânica;
  • 2ª revolução industrial, com o uso da energia elétrica e também de combustíveis (especialmente, oriundos do petróleo);
  • 3ª revolução industrial, com a informatização de sistemas.

Agora, quando falamos em marketing industrial — e no contexto da 4ª revolução industrial, estamos diante da digitalização em um espectro muito maior.

Os benefícios da indústria 4.0

Independentemente do seu ramo de atuação, já deve ter ouvido falar a respeito da automatização de processos, da internet das coisas ou mesmo a inteligência artificial ou do Big Data, certo?

Pois então, são recursos que extraímos a partir do advento tecnológico da indústria 4.0 e que, antes de nos aprofundarmos neles, podemos avaliar os benefícios imediatos de suas implementações, como;

Redução de custos

O investimento inicial é recompensado, em médio e longo prazo, por uma significativa mudança nos processos. Menos erros, mais produtividade e insights valiosos para manter o seu negócio em constante evolução.

Isso, por si só, já se mostra atraente para recuperar o investimento, gradualmente, até que a sua empresa se beneficie amplamente desses recursos.

Uso consciente e reduzido de recursos

O mesmo vale para os recursos usados, seja em matéria-prima ou mesmo em energia elétrica. Com a indústria 4.0 a palavra de ordem e cotidiana é a otimização.

Assim, o uso de tecnologias se mostra providencial para agregar mais à sua empresa com um foco pautado na boa e velha meta: produzir mais, com menos.

Aumento da segurança de suas informações

Conectividade e integração de informações — todos os dados reunidos em um lugar seguro, de acesso restrito e com monitoramento de ações dos usuários.

Dessa maneira, a indústria 4.0 possibilita uma ou mais camadas de proteção para garantir que não haja perda, extravio ou mesmo o roubo de sua propriedade intelectual.

Redução de erros humanos

Discussão antiga, mas muito bem-vinda na indústria 4.0: a redução de erros, uma vez que muitas atividades podem ser programadas, fazendo com que os habituais erros humanos (como cálculos equivocados ou erros no preenchimento de informações) aconteçam.

As tendências do setor

Vale destacar, agora, uma série de tendências que confere à indústria 4.0 todo o respaldo para que possamos apontá-la como uma verdadeira revolução para o setor. Confira:

As tendências do setor - Indústria 4.0

Big Data

O volume elevado de informações que geramos, em nossas navegações on-line, pode ser usado estrategicamente para conhecer melhor as necessidades, os objetivos e o comportamento do seu público-alvo.

Inteligência artificial

Grande tendência do marketing industrial, a inteligência artificial permite que automatizemos boa parte do fluxo de trabalho e, ainda, que tenhamos o uso combinado de tecnologias — como o Big Data e o machine learning, entre outros — para que nossas próprias soluções digitais “aprendam”, com o tempo, e permaneçam relevantes no mercado.

Um uso bastante falado por aqui, inclusive, desse tipo de tecnologia são os chatbots!

Internet das coisas

Ou, do inglês, Internet of Things (IoT), que é a conectividade à distância para controlarmos muitas soluções do dia a dia. Inclusive, no âmbito particular, como o uso integrado de eletrodomésticos.

Realidade virtual e aumentada

Também já estiveram em pauta em nosso blog, e são distintas, mas com aplicações complementares que ajudam a criar uma experiência mais rica e imersiva para o seu público-alvo.

Marketing industrial

É impossível falarmos de indústria 4.0 sem destacar o impacto causado pelo marketing industrial. Afinal de contas, a transição dos processos analógicos para o digital permitiu, justamente, uma revolução na maneira de atrair, interagir e se relacionar com o consumidor.

A diferença é que o marketing industrial aborda o público-alvo de outra forma: existem distinções múltiplas em abordar um consumidor final e um especialista no seu segmento de atuação.

A proposta de valor tem que estar presente em todas as etapas do marketing industrial, mas é algo que se torna possível a partir de algumas das tendências citadas acima.

Os desafios da indústria 4.0

Convém pensar, também, que a indústria 4.0 é um termo relativamente novo e que, no país, ainda avança em um ritmo paralelo à maneira com a qual ela tem se proliferado ao redor do mundo.

Em primeiro lugar, porque trata-se de um momento de ruptura: precisamos de profissionais qualificados e em constante desejo de evolução para assimilarem rapidamente essas tendências — como o marketing industrial — e colocarem em prática.

Além disso, o investimento para impulsionar o seu empreendimento à indústria 4.0 freia o ímpeto de muita gente. Como já havíamos adiantado, trata-se de um custo que se paga, com o tempo, mas que demanda planejamento e não deve, portanto, ser feito da noite para o dia.

No entanto, já existem soluções imediatas e acessíveis. O próprio marketing industrial citado no tópico anterior é prova viva disso.

Afinal de contas, a estratégia é composta — em boa parte — da análise estratégica de dados e do uso pontual de recursos on-line que muitas pessoas já têm acesso. Portanto, é um passo certo na direção da indústria 4.0, e que o seu negócio pode fazer o quanto antes!

Que tal vermos, então, como essa tendência tem tudo para gerar uma revolução altamente positiva para a sua empresa? Confira, para isso, o nosso e-book, que você pode baixar gratuitamente, com as melhores estratégias de Inbound Marketing para aumentar as vendas na indústria!

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Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

A indústria 4.0 já começou e, no Brasil, seus avanços permanecem cativando o interesse dos empreendedores, uma vez que as soluções apresentadas costumam otimizar os negócios. Especialmente, no que diz respeito às chegada de adventos tecnológicos (como a realidade aumentada na indústria) para agilizar a produção com um uso menor de recursos e tempo. Neste caso, estamos falando especificamente da manufatura aditiva.

Caso o termo pareça pouco familiar, não se preocupe. Nos tópico seguintes vamos explorar todas as nuances e evoluções desse segmento, para que você entenda, de maneira mais profunda, os impactos positivos da indústria 4.0 inserida no país. Boa leitura!

O que é a manufatura aditiva?

A definição de manufatura está associada a um setor de fabricação de produtos. Ou seja: uma área de profunda relevância para toda a atividade industrial.

É de se admirar, então, que a manufatura fique à frente também do desenvolvimento industrial, como um todo. O que nos leva a considerar os avanços da indústria 4.0 dentro desse segmento, visando mais produtividade, com menos recursos e imprevistos.

E é aí que entra a ideia de manufatura aditiva: a aplicação de novas tecnologias, técnicas e ferramentas que contribuam com um desenvolvimento harmônico e funcional. Muito disso, com base nos preceitos e perspectivas em torno de uma tecnologia principal: a impressão 3D.

Qual é a relação entre a indústria 4.0 e a manufatura aditiva?

A impressão 3D é um dos grandes adventos revolucionários do século 21, com propostas de uso diversificadas dentro do contexto da indústria 4.0. E, quando falamos em manufatura aditiva, estamos pensando na junção desses elementos (produção industrial e a impressora 3D) para criar mais, algo melhor e em menos tempo.

Relação entre indústria 4.0 e a manufatura aditiva

Assim, a manufatura aditiva conta com um processo de criação que necessita da adição de camadas distintas e de materiais diversos, como metais e plásticos.

Para tanto, a indústria depende de soluções agregáveis. Ou seja: não adianta algo revolucionário, mas impraticável (seja por tempo, demanda ou investimento). Eis que a impressão 3D ficou popular, barateada, acessível e prática. Tudo o que faltava para impulsionar resultados de impacto ao setor.

Como funciona a manufatura aditiva?

Vamos por partes: tradicionalmente, o processo de manufatura consiste no modelo subtrativo. Trata-se do método em que o objeto é moldado com base na sua matéria-prima, o que gera, consequentemente, resíduos.

A manufatura aditiva, por sua vez, consiste na adição de um material, camada após camada, até que se forme o objeto desejado. Isso por si só já evidencia algo: menos resíduos — menos desperdícios para a indústria.

Só que esse modelo só tem aplicação funcional quando temos uma impressora 3D para moldá-los de acordo com a concepção do projeto. As figuras geradas são conhecidas como CAD.

A partir dessa premissa, o setor adquiriu uma versatilidade ampla para atingir o resultado esperado. A seguir, vamos destacar as principais técnicas utilizadas, na manufatura aditiva, que são idealizadas com base nos resultados esperados e no tipo de material utilizado. Veja só:

Selective Laser Sintering (SLS)

Processo feito com o uso de energia laser concentrada. Por meio dela a propriedade de cerâmicas é moldada, bem como as características de metais e plásticos.

Aplicação: construção de aparelhos ortopédicos, além de componentes para aplicações aeroespaciais.

Stereolithography Aparattus (SLA)

O método consiste no uso de resinas, camada a camada, moldadas com o auxílio de uma luz ultravioleta.

Aplicação: peças que demandam muitos detalhes, considerando a perícia da técnica.

Selective Laser Sintering (SLM)

Aqui, o modelo é gerado a partir do processo de fundição e derretimento de um pó metálico.

Aplicação: objetos em metal, mais resistentes e duradouros.

Fused Deposition Modeling (FDM)

Popular método — pouco mais de 20 anos de uso — que se tornou também um dos mais acessíveis da manufatura aditiva.

Aplicação: em geral, são produzidas peças que podem ser geradas “de baixo para cima“ por meio do processo de aquecimento de filamentos termoplásticos.

Quais são os desafios e as vantagens em usar a manufatura aditiva?

Como toda boa ideia em transição, a manufatura aditiva também passou — e ainda passa — por uma série de questionamentos de especialistas e profissionais do ramo.

Por exemplo: ainda há quem questione o investimento necessário para colocar em ação as técnicas anteriormente citadas. Afinal, softwares e outras tecnologias são necessários para que o procedimento seja implementado.

Desafios e as vantagens em usar a manufatura aditiva

Só que, com isso, podemos avaliar um comparativo interessante: a tecnologia é dispendiosa mesmo? Em escalabilidade, podemos observar um aumento de produtividade com menos tempo de produção. Com o tempo, o investimento se converte em lucro, portanto.

Outros, por sua vez, atestam que há uma certa imprevisibilidade nos materiais produzidos. Questões que dificultam o nível de qualidade, como:

  • distorções;
  • tensões residuais;
  • propriedades mecânicas e elétricas alteradas.

Isso tudo tem criado certo burburinho no setor. No entanto, simulações já estão sendo colocadas em prática para minimizar o problema. Ou seja: são desafios, sim, mas superados em larga escala, permanecendo os benefícios em investir na manufatura aditiva.

E eles são bastante amplos e variados, como aqueles que já citamos — mais produtividade em menos tempo, e com menos recursos — e outros, como a redução de desperdício, em todas as etapas do fluxo produtivo.

Como o Brasil tem se manifestado a respeito?

Para finalizar, podemos coloca ruma lupa sobre o cenário industrial brasileiro para entender o quanto estamos nos aproximando da indústria 4.0 — e também da manufatura aditiva.

E, boa notícia, podemos perceber uma série de avanços para manter o setor competitivo e recuperar a sua fatia de mercado outrora tão polpuda. Entre os trabalhos dignos de menção, nós destacamos o Grupo de Trabalho da indústria 4.0.

Trata-se de uma proposta de meados de 2017, com a autoria do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para elaborar uma agenda de desenvolvimento da indústria 4.0 com outros ministérios e também instituições.

Acontece que, para esse projeto ir adiante, existem os desafios já citados e a resistência natural às grandes transformações. Além, é claro, das dificuldades econômicas impostas às empresas.

Vale destacar, entretanto, o quanto somos digitais em muitas outras etapas produtivas — e não só naquilo que conhecemos como marketing 4.0.

Se você quiser dar uma conferida no que o futuro nos reserva, veja só o que temos a dizer sobre o marketing automotivo nas estratégias digitais!

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