Os setores da indústria, que já vinham em crescente empolgação após ter registrado um crescimento de 2,5% após os últimos 3 anos, agora têm mais motivos para comemorar: é que o país pode obter um desenvolvimento de até 3% no ano de 2019.

Para isso, no entanto, um longo caminho de trâmites e realizações no ajuste de contas públicas devem ser avaliados. Só que a notícia, por si só, já é um alento após seguidos anos de estagnação nos mais diversos setores da indústria. Dê só uma olhada!

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Como o ano no país tem sido especulado e projetado?

O novo governo — que se inicia em 2019 — não terá uma tarefa fácil à frente. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o ajuste das contas públicas é o grande (e o principal) desafio.

Afinal, após anos de ecos da crise econômica e política ecoando através do planalto, o desequilíbrio nas contas se tornou uma constante, e cada vez mais grave.

O Informe Conjuntural ainda aponta alguns dados que pode, a princípio, estremecer os empreendedores de diversos setores da indústria. Um exemplo: a dívida pública ainda pode alcançar a média de 77,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Inclusive, para 2018 a expectativa é que fechemos o ano em 1,9% do PIB. O que nos mostra um desequilíbrio evidente entre as receitas geradas e as despesas acumuladas.

Ainda de acordo com o informe, “em 2018 completaremos o quinto ano seguido de déficits primários expressivos, o que levou ao aumento de 25 pontos percentuais na relação da dívida pública/PIB. Esse quadro precisa ser revertido”.

Por que o Brasil pode crescer até 3% em 2019?

Com base nessas projeções, voltamos ao início do tópico anterior: o novo governo terá uma tarefa hercúlea em mãos. as incertezas, os temores e os déficits que tanto assolaram o país, ao longo dos últimos anos, devem ser revistos para impulsionar o crescimento no país novamente e desenvolver qualitativamente os setores da indústria.

Com isso, avaliou-se que a indústria pode ter um aumento a partir de algumas ações pontuais do novo governo. Entre elas, o limite para os gastos com base na manutenção da Emenda Constitucional 95.

A CNI aponta, ainda, que a contenção nos gastos depende de reformas que, se não estão aprovadas, ao menos já transitam no processo de tramitação no Congresso Nacional.

“É, portanto, possível avançar nessas discussões com sucesso, aprovando a reforma da Previdência e os projetos que tratam da remuneração dos servidores públicos. Ambos são cruciais para reduzir o ritmo de expansão das despesas primárias”, elucida o Informe Conjuntural.

Setores da indústria

Ou seja: esse crescimento apontado no título do artigo — de que o país pode crescer até 3% em 2019 — está sujeito à realização das reformas necessárias e de um ajuste fiscal de longo prazo que contribua significativamente com a eliminação do déficit.

“O novo ambiente de crescimento permitirá ações mais ousadas na agenda da competitividade – como uma reforma na tributação sobre o consumo e da renda das pessoas jurídicas – que potencializarão o ritmo do novo ciclo de crescimento”, conclui o estudo.

Só que, para além das investidas governamentais em soluções para o desenvolvimento dos setores da indústria, muito já pode ser feito para antecipar a ansiada bonança. Para isso, convidamos você a conferir, também, outro artigo nosso que aponta os benefícios do marketing automotivo nas estratégias digitais!

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