Entenda como anda o setor da indústria alimentícia no Brasil

Entenda como anda o setor da indústria alimentícia no Brasil

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), a indústria alimentícia no Brasil terá um crescimento de 2,5% a 3% em 2019, índice bastante positivo para a área.

Esse crescimento mostra que, mesmo tendo apresentado perda relativa de importância nas últimas décadas, a indústria alimentícia no Brasil ainda conserva um peso significativo no ramo industrial, gerando empregos, contribuindo com as exportações e alimentando milhares de brasileiros.

Mas, apesar das expectativas serem muito positivas, esses números não significam que não há desafios a serem superados.

Por isso, é importante que os líderes do setor conheçam os desafios e oportunidades dentro do setor, motivando um crescimento da indústria alimentícia no Brasil mais sustentado e com resultados positivos contínuos.

Para entender melhor este setor, acompanhe o conteúdo com a gente!

[e-book] As melhores estratégias para aumentar as vendas na indústria | Baixar grátis | Agência Labra

Panorama do setor da indústria alimentícia no Brasil

O ano de 2019 já passou da sua metade, mas tudo indica que as estimativas do início do ano, que eram bastante otimistas, estão se confirmando.

Puxada por indicadores econômicos, pela elevação nas exportações e pela retomada do mercado interno, a aguardada retomada do crescimento do setor alimentício brasileiro enfim começa a mostrar resultados. As estimativas indicam que no ano de 2019 a indústria alimentícia do Brasil terá um crescimento que tende a variar entre 2,5% a 3%.

Além disso, há outras estimativas que mostram a recuperação do setor. As vendas reais, por exemplo, devem aumentar de 3% a 4% quando comparado ao ano de 2018.

As exportações também tendem a se elevar, podendo chegar aos US$40 bilhões, ou seja, movimentando mais de US$109,59 milhões por dia. Já o emprego será outro beneficiado, em 2018 foram geradas cerca de 13 mil novas vagas de trabalho e a expectativa para 2019 é que esse número chegue a 40 mil novas vagas.

Diante desse otimismo, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), João Dornellas acredita que os resultados do ano de 2019 pode superar até as expectativas mais animadoras.

A melhora no poder aquisitivo da população, aliada à inflação controlada e ao crescimento econômico, são fatores capazes de incentivar uma taxa de crescimento ainda mais acentuada podendo, inclusive, superar o desempenho projetado para o PIB brasileiro”, prevê Dornellas.

Apesar das ótimas expectativas, há ainda muitos desafios

Como já visto, as estimativas para a indústria alimentícia no Brasil em 2019 são bastante otimistas. Mas ainda há muitos desafios que precisam ser superados para que as estimativas se confirmem.

No mundo todo, a indústria de alimentos costuma ser bastante dinâmica, passando por inúmeras transformações a fim de acompanhar as maiores tendências relacionadas ao setor. O Brasil apresenta o mesmo dinamismo.

Nesse sentido, é necessário que a indústria alimentícia do Brasil conheça os desejos, prioridades e objetivos do consumidor do mercado interno e externo, pautando suas ações para cumprir essas novas demandas de consumo dentro de um cenário altamente competitivo.

A burocracia em excesso, o ainda ineficiente serviço de fiscalização sanitária e o imenso desperdício nas fases de produção em geral, fabricação e distribuição são outros importantes obstáculos que a indústria alimentícia brasileira precisa vencer.

Superar tais desafios significará avançar dentro do setor, além de melhorar o potencial de competitividade das indústrias.

Prioridades da indústria alimentícia brasileira

Baseado no contexto de intensa preocupação com os desejos do consumidor, a indústria alimentícia no Brasil deve se pautar em algumas prioridades diretamente ligadas às novas demandas de consumo em um cenário de alta competitividade.

Tais prioridades terão relação com a saudabilidade e redução de açúcares, ampliação do portfólio “saudável” e elevação dos investimentos em P&D e em marketing.

  1. Redução de açúcares é pauta central dentro do setor

A busca por uma alimentação mais saudável tem orientado as empresas alimentícias em todo o mundo. No Brasil, não é diferente e a redução de açúcares se tornou uma importante pauta. Por isso a indústria alimentícia no Brasil, em parceria com o ministério da saúde, elaborou o Plano de Redução de Açúcares.

Esse plano visa a retirada gradual de açúcares de categorias de alimentos industrializados, divididas em 5 categorias: bebidas adoçadas; biscoitos; bolos e misturas para bolos; achocolatados em pó e; produtos lácteos.

  1. Ampliação do portfólio baseado na saudabilidade

Ainda considerando a alimentação saudável, a indústria alimentícia no Brasil tem se mostrado comprometida em promover ações mais concretas no combate a obesidade. Por isso, investem na inovação do seu portfólio e adequação às necessidades atuais do consumidor.

Tais indústrias começam a realizar diversas mudanças que passam por:

  • Alterações no perfil nutricional:
  • Porcionamento dos produtos; e
  • Redução voluntária de sódio, gorduras trans e açúcares.

Essa é uma ação voluntária do setor, que já retirou 310 mil toneladas de gorduras trans dos alimentos e, de forma gradual, 17 mil toneladas de sódio em 35 categorias de alimentos industrializados e as expectativas de retirada são ainda maiores para os próximos anos.

  1. Investimento em P&D em inovação e marketing

Na atualidade, vem sendo cada vez maior a busca por alimentos que contribuem para a saúde dos olhos, outros para o fortalecimento da memória e os que ajudam na redução do colesterol e controle da pressão arterial.

Para atender esses consumidores, o investimento, por parte da indústria alimentícia no Brasil, deve se basear na área de P&D para a criação de produtos cada vez mais inovadores e alinhados com as tendências mundiais de consumo.

Aliado ao desenvolvimento de novos produtos as indústrias precisam investir em marketing dentro do setor de alimentos. Tais investimentos em marketing devem se basear em:

  • Comunicação personalizada e integrada, conhecendo o consumidor;
  • Máxima transparência;
  • Maior interação digital com o consumidor, via mídias online e força do conteúdo;

Por fim, é sempre importante lembrar que entender o comportamento do consumidor será sempre fundamental para que a indústria alimentícia no Brasil cresça de forma sustentada e supere as expectativas.

Descubra onde você está errando no processo de vendas da sua indústria! Clique aqui | Agência LABRA

Gostou? Então aproveite e saiba mais sobre a importância da Indústria 4.0 e seus efeitos no desenvolvimento do Brasil.23

Segundo a CNI as grandes indústrias não conseguiram realizar seus investimentos como o planejado em 2018

Segundo a CNI as grandes indústrias não conseguiram realizar seus investimentos como o planejado em 2018

O setor industrial brasileiro é muito forte. Mas, um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que o ano de 2018 não foi muito animador, principalmente quanto aos investimentos.

Segundo o estudo, cerca de 75% das grandes indústrias fizeram investimentos. Porém, esse número é menor do que os 81% das empresas que tiveram a pretensão de investir.

Entre as empresas que realizaram investimentos, o estudo da CNI indica que metade (51%) não conseguiu realizar os projetos como planejado, mostrando que, mesmo com a leve recuperação econômica, as dificuldades frustraram os planos de investimentos das grandes indústrias.

Vários fatores que explicam essa frustração no volume de investimentos do setor, desde a decepção com a retomada da economia, até as incertezas internas e externas. Veja então porque esses fatos influenciaram negativamente o investimento do setor industrial e quais são as expectativas para o futuro.

O que diz o estudo da CNI sobre os investimentos na indústria?

O estudo sobre os investimentos no setor industrial é anualmente apresentado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e está disponível no Portal da Indústria.

Quando comparado com outros anos, o ano de 2018 apresentou resultados menos expressivos, como indica o histórico de empresas que investiram ano após ano.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria (CNI)

O estudo da CNI indica que especialmente para o ano de 2018, o número de empresas que fizeram algum tipo de investimento em 2018 chegou a 75%. Este número representa seis pontos percentuais abaixo dos 81% das empresas que planejavam investir. Esse resultado só é maior que os anos de 2015 e 2016, ápice da crise econômica.

Além disso, entre as empresas que investiram, metade delas (51%) não realizou os projetos previamente planejados. Dessas empresas, 38% realizam os investimentos de forma apenas parcial. E 9% delas foram ainda mais conservadoras e adiaram seus projetos para 2019. Já 4% definitivamente cancelaram ou adiaram seus investimentos para somente depois de 2019.

Destino dos investimentos em 2018: A inovação esteve em pauta

Ainda segundo o estudo apresentado pela CNI, a grande maioria (56%) das indústrias que investiram em 2018 destinaram seus recursos para a continuação de projetos anteriores. Já 44% aplicaram em novos projetos.

Além desses dados, o estudo da CNI — apresentado no Portal da Indústria — apresenta ainda outras conclusões bastante interessantes. Segundo o estudo, o principal objetivo dos investimentos em 2018 foi a inovação, onde 53% das empresas investiram na melhoria ou na modernização de seus processos produtivos e na criação de novos produtos.

Dessas, 36% investiram na melhoria dos processos produtivos, 13% buscaram a introdução de novos produtos e 4% aplicaram em novos processos de produção.

A CNI indica também que a participação privada no investimento industrial cresceu, ao mesmo tempo que o aporte de bancos públicos diminuiu. A participação dos bancos privados no aporte financeiros das indústrias de grande porte aumentou de 8% para 13% em 2018. No mesmo período, a fatia dos bancos públicos de desenvolvimento recuou de 10% para 7%.

Por que grandes indústrias tiveram baixo desempenho nos investimentos?

Observa-se que o ano de 2018 foi frustrante do ponto de vista dos investimentos em grandes indústrias. Para a CNI, essa frustração se deve a variados fatores, tendo como principal fator a decepção com a retomada da economia.

Em 2018, o crescimento da demanda por produtos ficou abaixo do esperado, tendo como motivo central o elevado desemprego que ainda assola o país. Além dessa questão, o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, afirma que as incertezas no mercado interno e externo contaminaram boa parte do ano de 2018, elevando os riscos do investimento.

O economista da CNI explica também que é preciso considerar que a maior parte dos investimentos em grandes indústrias é financiada com capital próprio. “Como elas estão com situação financeira mais debilitada do que em anos anteriores, o investimento naturalmente ficou prejudicado”, acrescenta Castelo Branco.

O economista da CNI destaca ainda que a recuperação do investimento é parte central da retomada do crescimento sustentado das indústrias brasileiras:

O investimento em uma nova fábrica, ou nova linha de produção, gera muito mais emprego do que a reativação de uma máquina parada. A geração mais robusta de empregos será capaz de aumentar a renda e o consumo. Isso estimula novos investimentos e realimenta o ciclo virtuoso do crescimento”, afirma Castelo Branco.

O que as grandes indústrias podem esperar para 2019?

Ainda não há resultados sobre o volume de investimentos realizados por grandes indústrias no Brasil para o ano de 2019, mas tudo indica que as expectativas são bastante positivas, com o setor podendo esperar boas notícias.

e-Book Indústria 4.0 e os desafios do setor

Segundo a pesquisa da CNI, oito em cada dez indústrias de grande porte tinham o planejamento de investir em 2019, número semelhante aos 81% registrados 2018, mas muito acima dos 67% de 2017 e dos 64% de 2016.

Os empresários do setor dizem que a expectativa de crescimento do consumo, aliadas aos avanços tecnológicos são importantes estimulantes para a intenção de realizar investimentos em 2019.

Entre as indústrias que pretendem investir, 57% afirmaram que a perspectiva de aumento da demanda vem motivando o andamento de projetos. Fatores técnicos, tais como a tecnologia, mão de obra e matéria-prima disponíveis, foram estímulos para 41% das empresas que pretendem investir, especialmente para conquistar o mercado interno.

Por outro lado, a pesquisa da CNI mostra ainda que a regulação e a burocracia em excesso, além da falta de recursos financeiros são fatores que ainda interferem nas decisões de investimentos para este ano.

Dessa forma, tais perspectivas mostram que, mesmo diante dos problemas do Brasil, há grande otimismo para os investimentos de grandes industrias no Brasil, indicando avanço na recuperação econômica do setor industrial brasileiro.

Quer saber mais? Então conheça as possibilidades da adoção da realidade aumentada aplicada na manutenção industrial neste conteúdo exclusivo.

Saiba como a transformação digital podem impactar nas vendas da sua empresa!

Saiba como a transformação digital podem impactar nas vendas da sua empresa!

Hoje em dia, marketing e vendas não caminham mais, paralelamente, na mesma direção. Devido à transformação digital que ganha mais e mais espaço na sociedade, ambos os setores cruzaram as fronteiras e, agora, andam lado a lado na realização de novos feitos e no cumprimento de metas corporativas.

Até por isso, tornou-se mais comum a integração dessas áreas para que ambas possam estabelecer as suas necessidades, desafios e objetivos, para que um meio-termo seja definido, valorizando o desenvolvimento da empresa. E, quer saber? Foi uma verdadeira revolução para o mercado!

Confira, a seguir, como a transformação digital pode impactar nas vendas da sua empresa a partir dessa aliança entre o marketing e vendas!

[e-book] Indústria 4.0 e os desafios do setor | Baixar Gratuitamente | Agência Labra

O que é a transformação digital?

Trata-se de um termo amplo, mas aplicável ainda neste início de século 21. A transformação digital se consolidou como a mudança de processos de uma empresa — tanto internamente quanto para se relacionar com a sociedade em geral.

Por exemplo: a mudança das máquinas de escrever analógicas para os computadores foi um passo significativo de transformação digital. Só que, na virada do último século, isso se estendeu aos processos adotados para o dia a dia.

Saem os arquivos pesados e bagunçados de papéis, por exemplo, e entraram as tecnologias de armazenamento na nuvem e de softwares de gestão. Os treinamentos de capacitação presenciais cederam espaço para as possibilidades de uso da inteligência artificial e da realidade aumentada. O marketing digital entrou, de vez, no DNA das empresas interessadas em atrair clientes, fidelizá-los e vender mais.

Esses são apenas alguns exemplos do que a transformação digital possibilitou — e tem possibilitado — nos últimos anos, com resultados que despertaram o interesse de empreendedores de todos os ramos.

O que isso impacta?

Com a agilidade promovida pelas soluções tecnológicas, toda a sociedade rumou para uma nova maneira de interpretar e relacionar-se com o tempo.

Um exemplo simples: os e-mails reduziram o tempo de resposta de uma interação à distância, assim como as assinaturas digitais abreviaram a necessidade do tempo de espera para um documento ir e vir para coletar as assinaturas de todas as pessoas envolvidas em uma negociação, por exemplo.

Dentro do contexto de transformação digital, temos também o Big Data, cujo conceito se baseia na absorção do volume intenso de dados virtuais gerados constantemente pelos usuários.

No marketing digital, isso se tornou fundamental para avaliar o perfil e os hábitos e comportamentos do seu público-alvo, o que se converte também em mais agilidade, produtividade e precisão na tomada de decisão.

Só que os efeitos da transformação digital passa por uma série de outros elementos. Abaixo, alguns dos principais deles:

  • A inovação na maneira de vender seus produtos. Redes sociais, sites e e-commerces são ferramentas versáteis para explorar a interação com o público e agregar novas oportunidades de negócios;
  • A experiência de compra do cliente também se aprimorou. Destacamos, acima, o uso do Big Data para isso, o que consiste em identificar toda a jornada de compra e o funil de vendas do cliente e, assim, aprimorar os seus serviços para solucionar os desafios e dificuldades que ele enfrenta até chegar à tomada de decisão (a compra);
  • Processos otimizados, permitindo mais organização e produtividade às empresas sem que, com isso, altos investimentos sejam feitos em infraestrutura, mão de obra e mais etapas no fluxo de trabalho;
  • Capacidade analítica e estratégica, já que os dados gerados na internet, com base em nossos comportamentos ao navegar, oferecem insights que eram muito mais difíceis de quantificar e qualificar, antes da transformação digital. Aqui vale, inclusive, um paralelo para perceber como marketing e vendas passaram a ser melhor integrados;
  • A cultura empresarial também foi impactada. Hoje, a rigidez de processos ou mesmo de hierarquização profissional não cabem de maneira tão simples no contexto da transformação digital. É só pensar que, hoje em dia, as pessoas conseguem exercer as suas atividades profissionais de qualquer lugar, a qualquer hora, sem a exigência de estar no mesmo ambiente de trabalho do que os seus colegas de equipe.

Como consequência disso, as empresas estão ainda se adaptando às impactantes mudanças em suas estruturas e processos a fim de fazer uso potencial da transformação digital e seu benefício.

Quais tecnologias investir?

Quer saber como a transformação pode ser aplicada — ou já faz parte da — em sua rotina? Confira algumas tecnologias que já permitem essa aproximação qualitativa com a revolução digital na sua empresa!

Big Data

Empresas que querem colocar o seu site no topo do Google, identificar os objetivos, avaliar métricas internas e externas ou mesmo amparar-se em soluções tecnológicas de marketing digital vão estar associadas ao Big Data, invariavelmente.

Convém, apenas, compreender quais são os elementos que facilitam esse trabalho, já que softwares em geral já têm o Big Data enraizado nos DNAs de seus respectivos programas.

Para o marketing e vendas, isso significa uma qualificação maior na hora de intercambiar as informações, permitindo que os vendedores entendam melhor a demanda do seu público-alvo, e possam repassar os feedbacks ao marketing, para que as estratégias evoluam continuamente.

Marketing digital

Grande inovação do mercado, o marketing digital mudou a maneira de pensar a relação com o consumidor e clientes em potencial.

Para tanto, as empresas devem se atentar às grandes tendências do setor, bem como na contratação de agências e/ou profissionais que entendam essa transição, e consigam aplicar as técnicas e tecnologias para garantir novos diferenciais competitivos para a sua marca.

[e-book] As melhores estratégias para aumentar as vendas na indústria | Baixar grátis | Agência Labra

É o exemplo acima colocado em prática: o marketing digital chegou para unir a empresa, como um todo. Isso inclui, é claro, marketing e vendas que passaram a olhar na mesma direção e para o mesmo lugar, ao mesmo tempo.

Inteligência artificial

Tecnologia que se baseia no conceito de contínuo aprendizado de softwares, a inteligência artificial está presente em muitas soluções, atualmente.

Por exemplo: no maquinário industrial, ela está constantemente em monitoramento para identificar, no processo, maneiras de otimizar e, assim, realizar o mesmo trabalho, mas com menos esforço, tempo e uso de recursos.

Fundamental, portanto, para que o empreendedor mantenha a produtividade em ascensão sem que, com isso, desgaste os seus funcionários e também os equipamentos. Mais lucratividade em menos tempo.

Realidade aumentada e realidade virtual

Por fim, vale destacar o uso de ambos os tipos de simulações digitais — a realidade aumentada e a realidade virtual — no dia a dia corporativo.

No geral, elas têm sido consideradas em treinamentos e no dia a dia, para facilitar o trabalho de sua equipe ao lidar com essa transição funcional entre os meios físico e digital.

Inclusive, toda a ideia de transformação digital está intrinsecamente ligada à maior revolução industrial dos últimos anos. Para saber mais a respeito, aproveite para baixar gratuitamente o nosso e-book que fala tudo a respeito da indústria 4.0 e os seus desafios no setor!

4 grandes vantagens da transformação tecnológica nas indústrias

4 grandes vantagens da transformação tecnológica nas indústrias

A tecnologia tornou-se uma aliada da indústria graças à indústria 4.0. Com esse tipo de produção industrial, os processos passaram a ser otimizados, tornando o setor ainda mais competitivo.

A indústria 4.0 se caracteriza pela autonomia cada vez maior das máquinas para detectar e compreender os processos industriais sem interferência humana na operação.

Essa tecnologia está virar tendência no mercado. De acordo com a CNI (Confederação Nacional da Indústria) 48% das grandes empresas brasileiras investiram na indústria 4.0 em 2018.

Para ajudar os empreendedores a investir na indústria 4.0 separamos as principais vantagens dela.

O que é indústria 4.0?

A indústria 4.0 é um novo conceito tecnológico que conecta conecta diversos equipamentos industriais a sistemas inteligentes com total autonomia via rede.

Ou seja, indústrias que usam essa tecnologia conseguem agendar a manutenção de equipamentos, prever possíveis falhas na produção e encontrar soluções para resolver com total independência.

Com a indústria 4.0 os principais objetivos do setor é deixar toda linha de produção funcionando automaticamente, sem trabalho manual, nem mão de obra.

Benefícios da indústria 4.0

A chegada da indústria 4.0 proporciona muitas vantagens para as companhias.

Com o intuito de ajudar a indústria a ser mais produtiva, essas tecnologias ajudam a indústria a ter autonomia suficiente para aplicar melhorias no processo industrial.

Veja agora as principais vantagens da indústria 4.0 no mercado:

1 – Maior eficiência da produção

A indústria que investe seus recursos em máquinas de última geração é beneficiada pela maior eficiência na produção.

Em comparação com um funcionário, um sistema automatizado executa todas as tarefas com perfeição, pois são construídos com sistemas inteligentes que permitem a reprodução eficiente da operação industrial.

Além da eficiência operacional, os equipamentos disponibilizam todas as informações na produção.

2 – Gestão eficiente

A indústria 4.0 também possui sistemas destinados à área de gestão.

Com uso do Big Data (sistema que estrutura uma enorme quantidade dos dados), uma das principais da indústria 4.0, toda informação da gestão é captada, armazenada, e analisada com alta precisão, ajudando na organização e até nas vendas b2b.

Dessa forma, os gestores não vão se preocupar com a coleta de dados e informações, podendo dar mais foco na preparação e auxílio da equipe em outros processos.

Existem várias soluções voltadas para o planejamento estratégico, desde controle operacional até a logística, otimizando os processos para que sejam feitos corretamente.

3 – Maior segurança na operação

Em toda indústria, acidentes envolvendo membros da equipe podem ocorrer, mas, com a indústria 4.0 isso muda, pois a tecnologia poderá reduzir esses problemas.

Mas em um sistema totalmente automatizado o número de acidentes reduz bastante, porque sua operação é toda feita por softwares de computador.

Esses equipamentos são projetados para trabalhar em altíssimas temperaturas, com fundição de matéria prima, oferecendo mais segurança aos funcionários na linha de produção.

4 – Redução dos custos

A automação industrial também ajuda na redução de todos os custos. A diminuição não se restringe aos processos, mas também nos gastos com capital humano.

Como as máquinas ficam encarregadas pelas atividades na linha de produção, isso evita a necessidade de contratar mão de obra para executar certas tarefas.

Por outro lado, a empresa precisa de uma equipe especializada para focar em soluções que as máquinas não conseguem resolver.

Além da redução dos custos com mão de obra, outros gastos também serão reduzidos como água e energia elétrica.

Display do e-book da industria 4.0

E-book da indústria 4.0

Aplique tecnologia industrial para aumentar a produtividade

Para que uma indústria seja altamente competitiva é essencial redirecionar os seus investimentos com intuito de maximizar a produção operacional.

Por meio da automação industrial as empresas diminuem o número de erros processuais e evitam acidentes na equipe, aumentando a segurança no trabalho e a eficiência da produção.

A adoção da tecnologia também é positiva na redução dos custos da empresa, pois, com as máquinas realizando as operações comuns da fábrica, a empresa pode reduzir custos com pessoal.

Além da linha de produção, a gestão também é beneficiada pela indústria 4.0. Com o Big Data (sistema de armazenamento e captura de dados) a empresa consegue captar e analisar dados sem uso de capital humano, dando mais espaço para os gestores direcionarem o foco na equipe.

Por essas razões, implantar novas tecnologias na indústria pode ser decisivo para sua indústria ser mais eficiente e produtiva no mercado.

Esse artigo foi escrito por Mateus Portela, redator do Soluções Industriais.

Indústria 4.0: como a realidade aumentada e a inteligência artificial podem transformar a sua indústria em 4.0

Indústria 4.0: como a realidade aumentada e a inteligência artificial podem transformar a sua indústria em 4.0

Sair da internet 1.0 e ingressar na indústria 4.0, em seu dia a dia, é um desafio e tanto. Afinal de contas, as grandes transformações exigem investimento e boa dose de conhecimento para que a tomada de decisão seja uma certeza, e não apostas.

Até por isso, é importante saber, exatamente, quais são as soluções que melhor podem atender à sua demanda, gerando diferenciais competitivos. Como consequência disso, a sua indústria dá um salto qualitativo para oferecer produtos ou serviços diferenciados ao seu público-alvo.

É por isso que, ao longo deste post, gostaríamos de apontar como a realidade aumentada e a inteligência artificial podem transformar o seu negócio em um grande representante da indústria 4.0!

Confira, e descubra como a tecnologia está presente no marketing industrial e em todas as etapas do seu fluxo de produção!

[e-book] Indústria 4.0 e os desafios do setor | Baixar Gratuitamente | Agência Labra

A inteligência artificial e a indústria 4.0

Breve contextualização: a indústria 4.0 é tida como a quarta grande revolução industrial, e toda a sua essência está pautada nas soluções digitais que invadiram os processos do setor — que vai desde a própria produção, logística e, inclusive, as técnicas de marketing industrial.

Entre as grandes tecnologias usadas, nesse contexto, podemos apontar a inteligência artificial, um modelo de fazer com que as máquinas “aprendam” a lidar com a quantidade elevada de dados gerados.

Ou seja: o Big Data, responsável por compilar as informações relevantes para a tomada de decisão da sua empresa, necessita de outra solução para analisar, estrategicamente, essas informações a fim de que a sua equipe possa assumir uma posição analítica e avaliar esses dados para orientar os rumos da empresa.

Um exemplo de onde podemos ver a inteligência artificial em atividade, na indústria, é na automatização de processos. O marketing industrial, por exemplo, automatiza uma série de processos que permitem o monitoramento próximo e preciso de toda a jornada de compra do seu público-alvo.

Na produção, as atividades automatizadas garantem mais eficácia, agilidade e minimização de erros durante todo o expediente. Outras aplicações bastante usuais da inteligência artificial no setor de indústrias:

  • Integração de sistemas de chão. Isso facilita que ocorram menos erros e aumentando a produtividade — tudo isso monitorado por meio de sensores inteligentes, que são pré-programados e aprendem, continuamente, como melhorar o processo do fluxo pelo qual são responsáveis;
  • Sistemas de eficiência, tendo em vista que a inteligência artificial permite a integração de um ou mais sistemas. Com isso, a informação transita com facilidade, identificando erros e promovendo uma otimização completa dos processos. Mais produtividade com menos recursos e em menos tempo;
  • Na manutenção de equipamentos, pois os sistemas pré-programados identificam o momento exato para a substituição de peças ou a realização de manutenções preventivas. Assim, seu maquinário sofre menos com as paradas imprevistas, prejudiciais e desnecessárias, e ainda reduz os custos com as suas máquinas em bom estado de conservação e uso;
  • Na avaliação de métricas que são compiladas, pelo Big Data, e avaliadas pelas suas soluções munidas de inteligência artificial. Com os indicadores em mãos, seus profissionais (devidamente inseridos na indústria 4.0) vão saber, exatamente, quais decisões tomar diante de todo tipo de situação;
  • Treinamentos e também na capacitação dos seus recursos humanos, uma vez que as soluções podem ser usadas para garantir que os seus profissionais faça bom uso desse tipo de tecnologia. Além disso, a inteligência artificial tem que estar devidamente absorvida nas responsabilidades dos seus profissionais, e aí o treinamento se faz não apenas importante, mas necessário.

Ou seja: a inteligência artificial é um auxílio tecnológico primoroso para colocar o seu negócio, definitivamente, na indústria 4.0!

A realidade aumentada e os seus caminhos na indústria 4.0

Há uma confusão grande, no mercado, sobre as aplicações da inteligência artificial e da realidade aumentada. Embora complementares — e muito desejadas, na indústria 4.0 —, elas são distintas.

Por isso, vamos começar entendendo qual é a diferença entre ambas. A realidade aumentada (ou RA) é um tipo de tecnologia que permite aos usuários a transformação de volumes de dados em imagens ou animações.

Para ficar mais claro: simuladores são soluções de realidade aumentada. Assim, dentro da indústria 4.0, tratam-se de produtos que nos permitem observar esses dados e informações como imagens sobrepostas sobre o mundo como o conhecemos.

Aqui, inclusive, entra a inteligência artificial, cuja tecnologia garante que a realidade aumentada seja permanentemente melhor e em evolução. Não à toa, vemos ambas lado a lado em diversas soluções. Alguns exemplos:

  • Celulares;
  • Tablets
  • Wearables, como os smartglasses, entre outros produtos.

O Snapchat é outro exemplo bastante prático, para compreender a realidade aumentada, com os filtros que sobrepõe imagens sobre e ao redor dos usuários — como figuras animadas.

No contexto da indústria 4.0, a realidade aumentada tem sido mais e mais considerada. Até 2020, por exemplo, existe a previsão de que  os investimentos no setor alcancem os bilhões de dólares aplicados na sua utilização. 

Para tanto, os empreendedores ainda estão aprendendo a lidar com as possibilidades desse tipo de tecnologia dentro da indústria. Imagine, por exemplo, o quanto um profissional pode se beneficiar ao receber uma série de informações, através do óculos usado, somente ao olhar para um objeto.

Isso vai dar um salto de qualidade no que conhecemos como a Era da Informação. Nada de acessar os conteúdos: eles aparecem, diretamente, diante dos nossos olhos. Como resultado disso, empresas já estão fazendo uso desse tipo de solução para melhorar a produtividade e a qualidade dos serviços prestados.

Algumas possibilidades de uso desse tipo de solução você confere logo a seguir:

  • Revela características dos produtos em tempo real, permitindo análises imediatas. Isso agrega mais ao tempo de resposta dos profissionais para eventuais problemas;
  • Pode servir como um guia de instrução para os colaboradores — servindo, inclusive, para treinamentos;
  • Passo a passo de determinados processos, evitando que erros sejam cometidos;
  • Manuais que misturem as visualizações em 2D e em 3D.

Só que essas são apenas algumas das grandes características que têm colocado a realidade aumentada — a inteligência artificial — como dois protagonistas da indústria 4.0. Inclusive, com aplicações para o marketing industrial.

Quer saber o que mais pode ser feito com essa tecnologia diferenciada para impulsionar o seu negócio? Então, confira também nosso artigo que explora o valor da realidade aumentada no desempenho industrial

[e-book] As melhores estratégias para aumentar as vendas na indústria | Baixar grátis | Agência Labra

O impacto da transformação digital para o setor automotivo

O impacto da transformação digital para o setor automotivo

Independentemente do segmento, o desenvolvimento de empresas passa, hoje em dia, invariavelmente pela consideração de novas tecnologias implementadas no seu fluxo de trabalho. A transformação digital está em todos os lugares, e o setor automotivo não é exceção.

Acontece que, para muitos empreendedores, esse impacto ainda soa como novidade — não à toa, muitas empresas brasileiras ainda estão situadas na era da internet 1.0.

Portanto, este artigo pode ser o seu primeiro contato aprofundado com os benefícios da transformação digital para desenvolver o seu negócio do setor automotivo. Para saber mais a respeito, é só seguir com esta leitura!

[E-book} Marketing Industrial: Como gerar novas vendas | Baixar nosso material gratuitamente | Agência LABRA

O que é a transformação digital?

Uma maneira de repensar o modelo de negócio, mas não por opção: a transformação digital é uma necessidade para qualquer empresa que esteja disputando o seu espaço no nicho de atuação.

Sem falar que, no setor automotivo, já existe amplitude na concorrência que disparou no investimento de novas tecnologias para aumentar a produtividade e, assim, aumentar a renda.

Portanto, a transformação digital é fundamental para gerar competitividade, melhorar os resultados, aumentar as vendas e também na qualificação da sua mão de obra.

Como a transformação digital se apresenta no setor automotivo?

Independentemente do segmento em que a sua empresa se fixe, no setor automotivo, existe algo em comum em todas as áreas: a importância em gerar uma boa experiência para o cliente. O foco, agora, é digital e o público-alvo da sua empresa já usa a internet no dia a dia.

Como a transformação digital se apresenta no setor automotivo?

Com isso, fica a questão: por que não investir em transformação digital para aproximar-se, relacionar-se e criar uma experiência única para o seu consumidor e clientes em potencial?

Pode ser desafiador, a princípio, mas existem diversas tecnologias que podem ser aplicadas continuamente até que o seu negócio esteja alinhado para isso, como:

Só que o ponto de partida tende a ser um só, como veremos a seguir.

Qual é a importância da experiência do cliente?

Fundamental, hoje em dia. Com a mudança dos processos analógicos para o digital, o setor automotivo se tornou mais ágil, dinâmico e produtivo. Para o consumidor, essa velocidade elevada se configurou em uma exigência para efetuar a sua compra.

Consequentemente, as empresas devem se alinhar a isso, compondo estratégias mais personalizadas, eficientes e desobstruídas de imprevistos. Quando isso funciona, cria-se uma boa percepção de marca e boas recomendações. Do contrário, o cliente em potencial vai para a concorrência.

Até por isso, a transformação digital está intrinsecamente ligada ao marketing digital e ao seu braço mais produtivo: o marketing de conteúdo. Com as inovações tecnológicas, as ações para abordar, interagir e relacionar-se com o consumidor também tiveram que ser remodeladas. Inclusive, o marketing.

Por isso, ao conhecer o seu público-alvo, a experiência do cliente pode ser amplamente valorizada, uma vez que as campanhas de marketing se transformam em instrumento de atração de clientes. Os interessados vão se relacionar mais com a sua marca e, continuamente, você personaliza as ações para que atendam à demanda dele.

Convém analisar, portanto, como o marketing digital tem participação ativa nesse processo de transformação digital para a sua empresa no setor automotivo.

E na sua produtividade?

Pensando de maneira interna, focada exclusivamente no desenvolvimento da sua cadeia produtiva, a transformação digital é significativa no setor automotivo. Vamos ver de quais maneiras?

Transformação digital para o setor automotivo: indústria 4.0 | Agência LABRA

  • Cadeia de suprimentos conectada, onde as montadoras usam a tecnologia para aprimorar a comunicação entre as etapas produtivas, identificando carências e oportunidades dentro desse fluxo;
  • As tecnologias dentro da indústria 4.0 — como as citadas anteriormente — alinham produção, estratégia e eficiência com economia;
  • Automatização, para que a produção transcorra com o mínimo de interferência humana, o que agrega menos riscos e erros no trabalho;
  • Possibilidade de gerar presença digital e compor novos canais de vendas e de comunicação para a sua empresa.

Isso tudo, explorado sem muita dificuldade. O setor automotivo é amplo, diversificado e está cada vez mais mobilizado para acomodar a transformação digital. É a hora de identificar quais dessas possibilidades e tecnologias podem fazer parte de suas futuras estratégias.

Por onde seguir com a transformação digital?

Agora que já vimos as noções iniciantes para moldar o modelo de negócio da sua empresa para a transformação digital, que tal darmos sequência com mais dicas sobre o assunto?

No geral, é importante observar os seguintes fatores:

  • Qual é o porte do seu negócio, e onde são as maiores carências diagnosticadas;
  • Quais soluções contribuem para a minimização dos problemas identificados;
  • Qual é o impacto, em números, de investir em novas tecnologias;
  • Quais tipos de tecnologias podem ser alinhados à realidade do seu negócio.

Em seguida, é importante discutir a questão de integração das tecnologias e informações. Gerá-las faz com que a sua empresa permaneça em constante monitoramento, o que permite a realização de ajustes em tempo real, minimizando qualquer risco ou prejuízo em potencial em tempo hábil.

Quando investir em transformação digital?

Com base em tudo o que vimos aqui, você deve ter percebido que o setor automotivo, como um todo, já está se mobilizando para investir em novas tecnologias e gerar experiências personalizadas para o consumidor.

Portanto, a hora de investir é agora, mas com planejamento — detalhe essencial. Se a manufatura ainda não é a área que mais demande a sua atenção, por que não começar tentando relacionar-se com eficiência?

Para isso, você pode iniciar a transformação digital interna e externamente, construindo canais de comunicação valiosos para o seu negócio.

A integração entre os setores de marketing e vendas é um deles. Uma maneira simples e funcional de ingressar na transformação digital, avaliar novas estratégias para impactar positivamente o seu público-alvo e, ainda, aumentar as vendas.

Sabemos, inclusive, que são muitas informações, e bastante diversificadas, para assimilar. Por isso, planeje-se de acordo com o seu tempo, sem queimar etapas.

E, se você deseja dar um passo além, rumo à indústria 4.0 nos processos da sua empresa, aproveite para conferir outro artigo nosso, que explica como a integração entre o marketing e vendas pode ajudar o setor industrial. Boa leitura!

Pin It on Pinterest